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	<title>Pecadora</title>
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	<description>Porque, num mundo de ilusões, é na luxúria que me enxergo humana</description>
	<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 15:56:41 +0000</pubDate>
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		<title>Fala&#8230; que eu te chupo</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 15:56:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sablestarr</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Oi&#8230;
Agora tenho meu Formspring para receber as perguntas mais picantes deste sistema solar.
Quer perguntar se eu cuspo ou engulo? Quer perguntar se eu faço anal, fist fuking ou zoofilia?
Vai lá no - www.formspring.me/Sablestarr
E manda. Sou toda sua.
beijos
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Oi&#8230;</p>
<p>Agora tenho meu Formspring para receber as perguntas mais picantes deste sistema solar.</p>
<p>Quer perguntar se eu cuspo ou engulo? Quer perguntar se eu faço anal, fist fuking ou zoofilia?</p>
<p>Vai lá no - www.formspring.me/Sablestarr</p>
<p>E manda. Sou toda sua.</p>
<p>beijos</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Stasis in darkness*</title>
		<link>http://pecadora.opsblog.org/2010/01/19/stasis-in-darkness/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 23:43:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sablestarr</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Batismo]]></category>

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O local era pouco iluminado, mais parecia um calabouço medieval, mas, quem diria, ficava bem no centro da cidade. Era uma casa, bem antiga, mas sofisticada. O mundo lá fora não imaginava o que se passava lá dentro, o último reduto da luxúria, o lar da libertinagem. Que eu estava prestes a  experimentar.
Adentrei, convidada por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://pecadora.opsblog.org/files/2010/01/party.jpg" ><img class="aligncenter size-full wp-image-274" src="http://pecadora.opsblog.org/files/2010/01/party.jpg" alt="" width="480" height="321" /></a></p>
<p>O local era pouco iluminado, mais parecia um calabouço medieval, mas, quem diria, ficava bem no centro da cidade. Era uma casa, bem antiga, mas sofisticada. O mundo lá fora não imaginava o que se passava lá dentro, o último reduto da luxúria, o lar da libertinagem. Que eu estava prestes a  experimentar.</p>
<p>Adentrei, convidada por um amigo (a entrada só é permitida deste modo) e ainda hoje me lembro da sensação que me tomava, excitação total e completa. Chegava a tremer, batia os dentes e respirava com dificuldade. Pupilas dilatadas, poros abertos, boca seca, mãos molhadas. Queria absorver cada gota de tudo o que fosse acontecer ali, seria iniciada em um novo mundo, uma nova ordem, reservada a poucos.</p>
<p>O lugar rescendia a um perfume doce, porém enebriante. Corpos se moviam hipnoticamente ao sabor de uma música lasciva, pequenas arandelas em forma de  tulipas na parede estavam cobertas por tecidos de seda, roxos e vermelhos, de cujas bordas pendiam miçangas transparentes dificultando a visão clara dos presentes e emprestando um clima ainda mais sensual à casa.</p>
<p>A mobília era pouca, clássica, pesada e de outrora. Madeira, couro, cetim, tecidos leves e sutilmente brilhantes. No chão de madeira corrida e rangente, um tapete persa, roto, bem desgastado pois senti que não oferecia resistência sob meus pés, devidamente envoltos em botas de vinil de saltos altíssimos.</p>
<p>Só então, depois de sentir o local, comecei a prestar atenção no movimento.</p>
<p>Tentava não encarar os presentes, que pareciam nem ao menos ter notado minha mísera presença ali. Alguns usavam máscaras venezianas, bem trabalhadas, outras simples, umas usavam até lenços, estilo odalisca já outros não se preocupavam em esconder, nem o rosto, tampouco o resto do corpo.</p>
<p>Torsos, seios, vaginas e bundas em profusão, peles brilhantes de suor, bocas ávidas que trabalhavam sem cessar fossem beijando ou chupando o sexo ou os seios alheios aumentavam minha expectativa e meu tesão.</p>
<p>Logo meu amigo apareceu com uma bebida em uma taça rasa, dessas para cocktail. Era algo doce e forte que não consegui identificar. Tinha uma cor opaca, acastanhada e tinha um forte cheiro de àlcool. Bebi desesperadamente, por mais que queimasse minha garganta e me deixasse tonta.</p>
<p>Pedi outra daquela. E outra. E outra. Na quinta taça, quando a luz, a música, os gemidos, os odores e gostos se misturavam ao meu desejo, ouvi uma voz ao meu ouvido e senti um toque de leve, nos ombros.</p>
<p>Ela tinha longos cabelos pretos e uma franja curta acima das sobrancelhas. Traços perfeitos e pele branca,irretocável. Estava nua, vestia uma bota até os joelhos e um cinto, que parecia conter assessórios. Seus lábios vermelhos se moviam, mas não me lembro das palavras que sairam dele.</p>
<p>Meu amigo interviu e disse que eu gostaria de ser  &#8220;iniciada&#8221;. Ela sorriu e pegou na minha mão, descemos uma escada que saia da sala e fomos para um local muito, muito escuro.</p>
<p>O ar era quente e abafado e eu podia ouvir gemidos, gritos, estalos de tapas e barulho de metais.</p>
<p>- Qual o seu nome? - Ela me perguntou, enquanto mexia em algo que pareciam correntes metálicas</p>
<p>-Sablestarr&#8230;</p>
<p>- Você quer tudo, Sablestarr? - Falou, aproximando-se de mim e passando a mão pelo meu corpo, seios e coxas.</p>
<p>-  O que é tudo? Não quero ser espancada, não hoje&#8230;</p>
<p>- Quer penetração?</p>
<p>- De repente, se eu tiver vontade&#8230;</p>
<p>- Vou estar aqui do seu lado. É só gritar NÃO e eu os impeço de fazer qualquer coisa que não queira&#8230;</p>
<p>Quando finalmente meus olhos se acostumaram à escuridão, pude ver que se tratava de um cômodo relativamente grande, e como em outros aposentos que estive posteriormente, corpos se movimentavam frenética e voluptuosamente, pelos cantos, alguns deitados no chão, outros se esfregando pela parede</p>
<p>Olhei para ela &#8220;a dama&#8221; (era como os frequentadores a chamavam) e ela segurava duas enormes correntes que pendiam do teto, prontas para cerrar minhas mãos em seus grilhões.</p>
<p>- Tire a roupa - ordenou</p>
<p>Tirei meu corpete e minha mini-saia, como estava sem calcinha, mantive somente as botas. Ela os recolheu e entregou a alguém que não vi.</p>
<p>Ela prendeu os grilhões em meus pulsos e meus braços ficaram suspensos no ar, sem a menor possibilidade de eu alcançar qualquer coisa que fosse, já que eu estava no meio do cômodo.</p>
<p>Meu coração disparou e eu senti minha cabeça rodar. Fiquei com medo de vomitar naquele estado, mas fui respirando fundo, a náusea foi passando e eu me recompondo.</p>
<p>- Lembre-se, estou aqui - disse ela, me beijando de leve os lábios e dando um tapinha na minha bunda, enquanto desaparecia no negrume do local.</p>
<p>Fiquei assim, nua, exposta, aprisionada por um tempo, numa expectativa incerta de que algo pudesse acontecer a qualquer momento, por uns 15 minutos, creio eu&#8230;</p>
<p>Nesse meio tempo, enquanto esperava que algo me acontecesse, fechei meus olhos e me perdi na devassidão que me cercava. Fiquei excitada ao ouvir os gemidos de uma mulher que parecia estar próxima a mim e parecia estar sendo fodida por dois homens.</p>
<p>Um, a xingava deliciosamente mas com agressividade: vaca, puta, piranha, biscate, maldita, enquanto outro, quando falava, lhe dava ordens, calma e pausadamente: agora fica de quatro, isso, assim, agora me chupa, lambe minhas bolas, abre essa bunda pra mim, isso, abre a boca que eu vou esporrar ai dentro, engole, isso, linda&#8230;agora abre essas pernas&#8230;</p>
<p>E eu ouvia os barulhos do sexo, paus entrando e saindo de bocetas e cus molhados, estalar de beijos e tapas, arquejos, sussurros, gemidos murmúrios, gritos, risadas&#8230;e aquilo, por si só, foi maravilhoso.</p>
<p>E o cheiro&#8230;o cheiro característico de suor, fluidos e perfumes&#8230;cheiro de sexo.</p>
<p>Mesmo se eu não tivesse sido sequer tocada naquela noite, a experiência já teria valido a pena.</p>
<p>Foi um curso intensivo de exercício à sensibilidade, veneração e observação do sexo.</p>
<p>Mas de repente, quando eu já estava longe, perdida em pensamentos e imersa em meus estudos, senti um corpo massudo, suado e musculoso me agarrar, como se eu fosse uma boneca, um pedaço de carne que estava ali, pendurada, impossibilitada, sujeita  seu bel prazer.</p>
<p>Gritei, de susto, involuntariamente. A dama veio ao meu socorro e eu disse que havia só me assustado. Ela se afastou novamente, me deixando ali&#8230;</p>
<p>Ele arfava. Parecia um animal. Parecia ter saído de uma maratona sexual ou uma corrida, algo assim, se agarrava a mim como a um jarro d&#8217;agua.</p>
<p>Seu toque provocou um tipo de descarga elétrica em meu corpo, me acordando para o momento.</p>
<p>Suas mãos me envolviam, enormes e quentes, ele beijava meus seios me causando tontura. Me apertava, me mordia, enfiava os dedos no meu cu e na minha buceta molhada, eu gemia e rebolava, amarrada pelos punhos, indefesa.  Logo depois, ele me pegou no colo e enlacei sua cintura com as pernas. Ele era grande, não gordo, mas forte mesmo, e peludo, sentia sua barba por fazer arranhar minha face. Me beijou com aquela boca sôfrega, um beijo longo, desejoso. Ele tentou me penetrar, mas confesso que tive medo, não sabia se estava protegido, se era seguro. Gritei NÃO e a dama veio novamente ao meu socorro, impedindo o ato.</p>
<p>Depois dele, dezenas de outras máos, bocas, linguas, dedos e corpos, femininos e masculinos me exploraram e eu me entreguei. Enquanto era devassada, tendo meus peitos sugados, meu cu lambido e minha boca beijada, tudo ao mesmo tempo, senti um par de mãos delicadas, aparentemente femininas entre minhas coxas. Elas a abriram, gentilmente e de repente, senti um calor úmido, um hálito perto da minha buceta, para logo depois ser surpreendida por uma língua certeira, no meu grelo.</p>
<p>Ela me chupou magistralmente e eu gozei, tremendo e chacoalhando as correntes.</p>
<p>Nunca soube nomes, nem histórias de ninguém que frequenta/frequentava aquele local, ou que estava presente no evento. Não consigo contabilizar quantas pessoas abusaram de mim naquela noite, nunca vi seus rostos, nem seus corpos.</p>
<p>Depois do meu batismo, voltei outras vezes para sessões de SM que relatarei posteriormente.</p>
<p>E sim, eu consegui, finalmente, depois de muito custo, trepar com a deliciosa Dama.</p>
<p><em>* Ariel - Sylvia Plath</em></p>
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		<title>Possessão</title>
		<link>http://pecadora.opsblog.org/2009/11/17/possessao/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 22:36:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sablestarr</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Exorcismos]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Se você soubesse como me deixa&#8230;
ao simples som de sua voz eu já fico molhada
Seu toque queima em minha pele, sua presença é simplesmente perturbadora, enebria meus sentidos.
Quando te vejo, não consigo pensar, emitir palavra&#8230;sou toda sentidos e sentimentos&#8230; à flor da pele, nervos, músculos e intenções expostas
Sua existência, nossa história e vidas paralelas são insuportáveis para mim.
Você [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://pecadora.opsblog.org/files/2009/11/blood.jpg" ><img class="alignnone size-full wp-image-261" src="http://pecadora.opsblog.org/files/2009/11/blood.jpg" alt="" width="400" height="400" /></a> </p>
<p>Se você soubesse como me deixa&#8230;</p>
<p>ao simples som de sua voz eu já fico molhada</p>
<p>Seu toque queima em minha pele, sua presença é simplesmente perturbadora, enebria meus sentidos.</p>
<p>Quando te vejo, não consigo pensar, emitir palavra&#8230;sou toda sentidos e sentimentos&#8230; à flor da pele, nervos, músculos e intenções expostas</p>
<p>Sua existência, nossa história e vidas paralelas são insuportáveis para mim.</p>
<p>Você me estraçalha.  Física, moral e emocionalmente.</p>
<p>Me encontro aos pedaços&#8230; e cada um deles, espalhados pelo chão deste quarto, clama por você</p>
<p>Por favor, me castigue&#8230;</p>
<p>Te suplico: preciso de sua força contra minha pele</p>
<p>Me puna, me humilhe, me subjugue.</p>
<p>Me estupre, me invada, me ponha à prova.</p>
<p>Seja meu senhor, meu dono, meu amo. Tome o que é seu, por direito conquistado, por poder adquirido, intrasferível, imutável, inescrutável.</p>
<p>Porque seu domínio é meu deleite</p>
<p>Seu beijo é minha morte</p>
<p>Seu sexo é meu delírio</p>
<p> E não ser sua, meu medo</p>
<p>e perdição</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Mrs. Robinson</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 16:32:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sablestarr</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Batismo]]></category>

		<category><![CDATA[aula de sexo]]></category>

		<category><![CDATA[buceta]]></category>

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		<category><![CDATA[u]]></category>

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		<description><![CDATA[
Quem diria, até professorinha de sexo, no melhor estilo &#8220;Mrs. Robinson&#8221;, eu já banquei.  Na época, eu devia ter uns 27 anos e ele uns 18. Alto, moreno, sorriso aberto, cabelos anelados, corpo esplêndido, provavelmente de tanto jogar futebol ou andar de skate nas horas vagas.
Era o corpo de um garoto de 18 anos, saudável e que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://pecadora.opsblog.org/files/2009/10/depraved.jpg" ><img class="alignnone size-medium wp-image-254" src="http://pecadora.opsblog.org/files/2009/10/depraved.jpg" alt="" /></a></p>
<p>Quem diria, até professorinha de sexo, no melhor estilo &#8220;Mrs. Robinson&#8221;, eu já banquei.  Na época, eu devia ter uns 27 anos e ele uns 18. Alto, moreno, sorriso aberto, cabelos anelados, corpo esplêndido, provavelmente de tanto jogar futebol ou andar de skate nas horas vagas.</p>
<p>Era o corpo de um garoto de 18 anos, saudável e que gostava de esportes. Vivia de bermudão e camiseta e às vezes me presenteava entrando em casa suado, camiseta presa no elástico do short, ia beber água&#8230;eventualemente trombávamos nessa hora. Trocávamos olhares e sorrisos e não passava disso. Era colega do meu irmão e por isso, ou devo dizer: graças a isso, presença constante em casa.</p>
<p>Já eu, vivia à vontade, oras, afinal a casa era minha. E posso dizer que talvez ele tenha me visto de calcinha ou só de camiseta zanzando sonolenta pelos cômodos em algum momento. Não era difícil.</p>
<p>Começamos a conversar por conta de um hobby em comum: o cinema. Conversa vai, conversa vem e ele meio que passou a frequentar a casa não tanto por amizade ao meu irmão.</p>
<p>Acabamos formando uma ligação delicada. Comecei a gostar do papo dele, de suas gírias, comecei a gostar das experiências que trocávamos e do tom de respeito e seriedade que ele parecia dar aos meus conselhos de garota &#8220;mais velha&#8221;.</p>
<p>Começamos a sair juntos, passear somente. Passar o dia no parque andando de bicicleta,  nadando no clube, tb íamos ao cinema, tomávamos um sorvete. Passamos a ser verdadeiramente amigos. Confidentes. Passamos a dar mais liberdade física um ao outro. A sermos mais carinhosos um com o outro, mais tácteis.</p>
<p>Mais sexuais.</p>
<p>No que eu pensava? Pensava que seria presa por corrupção e sedução de menores. Pensava que devia ter realmente MUITO tempo livre para pensar em trepar com um moleque, sendo que tinha vários ficantes da minha idade e até mais velhos, pensava que ia dar merda. Pensava que eu estava LOUCA para que desse merda.</p>
<p>Um dia, no meio de uma conversa sobre qualquer coisa, o abordei:</p>
<p>-Você é virgem, né?</p>
<p>Ele interrompeu a risada resultante do diálogo anterior e me olhou com cara de espanto:</p>
<p>-Nossa, tá tão na cara assim? Meu deus&#8230;</p>
<p>Rimos. Emendei:</p>
<p>- Se quiser posso te ajudar nesse quesito&#8230; - falei, quase sussurrando e olhando firme nos olhos dele.</p>
<p>Ele entendeu o recado e pra piorar (ou melhorar, sei lá) entrou no meu jogo:</p>
<p>-Ah é? Me daria umas aulas?</p>
<p>-Daria mais que aulas&#8230;</p>
<p>Silêncio. Fui embora de propósito. Deixei-o com aquela proposta, queimando&#8230; Ele me ligou no mesmo dia, de madrugada:</p>
<p>-Escuta, você tava falando sério? Porque eu quero. Quero muito. E quero que seja com você.</p>
<p>Fiquei muda. Bingo.</p>
<p>-Então fica esperto. Me encontra amanhã na rua x. Te pego lá às 19h e a gente vai pra um motel.</p>
<p>Nos encontramos, ele entrou correndo no carro, meio que se escondendo. Não dissemos palavra. Entramos no motel, estacionei o carro e rumamos para o quarto, como se estivéssemos prestes a encontrar algum chefe da máfia, traficar armas, drogas enfim, realizar algo tremendamente ilícito. Percebi a tensão da situação e na escada que ligava a garagem ao quarto, decidi quebrar o gelo:</p>
<p>-Moleque, vem cá&#8230; - e o puxei com força encostando suas costas na parede, beijando-o.</p>
<p>Ele tinha um beijo delicioso, lascivo, quente e molhado e só do meu corpo encostar no seu pude sentir o pau duro sob o bermudão, cutucando minhas coxas, latejando, implorando para sair.</p>
<p>A coisa toda começou na escadaria mesmo: suas mãos passeavam por todo o meu corpo, mordiscava o bico dos meus seios, eu estava de saia jeans e ele acariciava minha bunda com afinco, enfiava o dedo por dentro da minha calcinha e fazia carinho no meu cu, o que me deixava louca, molhada&#8230; eu rebolava de leve&#8230; o beijo tornou-se cada vez mais sôfrego, gemíamos suados, perdidos nas carícias um do outro.</p>
<p>Meti a mão dentro do shorts e agarrei aquele pau duro feito pedra, brilhante, lindo. Senti uma vontade incontrolável de enfiá-lo na boca. Fui beijando seu corpo até chegar à sua cintura e engoli aquela rola gostosa, chupando, beijando, lambendo suas bolas num boquete caprichado. Ele, gemendo e revirando os olhos, se escorava na parede, pois seus joelhos fraquejavam.</p>
<p>Não queria que ele gozasse ali e, como ele era neófito, precisava maneirar ou a festa acabaria rapidinho.</p>
<p>Voltamos às carícias e adentramos o quarto aos trancos, tentando caminhar, beijar e tirar a roupa, tudo ao mesmo tempo.</p>
<p>Joguei-o na cama e arranquei sua bermuda. O pau quase pulou imediatamente da cueca, molhado, já. Resolvi maneirar novamente, pois ainda queria sentir aquele garoto me fudendo feito um animal e não queria que ele gozasse ali e interrompesse meus planos.</p>
<p>Me afastei e comecei a tirar a roupa devagar, começando pela camiseta, tentando provocá-lo ao máximo. Ele segurou o pau, gemendo, fez menção de se levantar e vir atrás de mim, eu fiz que não, que ele deveria ficar exatamente aonde estava e só olhar. E ele obedeceu. Ah, meu menino obedeceu&#8230; eu o queria babando. Eu o queria louco, febril, faminto.</p>
<p>Fiz um strip-tease básico. Apenas tirei a roupa na sua frente de um modo sensual. Acariciando meu próprio corpo, ficando de costas pra ele, abaixando-me, oferecendo a ele meu cu, minha boceta molhada&#8230; inclinada, olhei de leve para ele enquanto com os dedos separava meus grandes lábios, róseos, inchados e molhados&#8230; o ouvi murmurar com a voz trêmula:</p>
<p>-Ahhnnn, não faz isso comigo&#8230;</p>
<p>Fiquei com dó e decidi que não deveria mais torturar o garoto. Não em sua primeira vez. Subi em cima dele, nos beijamos e ele já tentava forçar a penetração quando sussurrei em seu ouvido: - Você sabe fazer? E ele respondeu, baixo, arfando, os olhos fechados: - Não&#8230;me ensina&#8230;</p>
<p>Ahh, aquilo me deixou louca. Fui assaltada por um misto de tesão e ternura que me fez entender que eu estava fazendo parte de algo muito importante na vida daquele menino. Sua iniciação sexual. Eu poderia tanto vir a destruir, quanto criar nele o gosto pelo sexo. Eu seria responsável pelo jeito com que ele iria tratar as mulheres com quem transasse dali para a frente. Isso era sério. E lindo.</p>
<p>O beijei com vontade, grata por ele ter me dado aquele privilégio e tentei pensar didaticamente.</p>
<p>Então - eu disse, beijando seu corpo - vamos tentar pelo básico: papai-e-mamãe. E me virei, deitando-me e fazendo com que ele ficasse sobre mim. Ele parece ter adorado. Sorriu, me beijou, demorou em meus seios, lambendo-os, mordiscando-os, beijando-os, não me lembro de outro homem ter dedicado tanto carinho a eles como ele o fez. Decidiu ir à luta. Olhei bem em seus olhos. Seria a primeira vez que ele penetraria uma mulher. Abri de leve as pernas e aquele pau duro, palpitante escorregou facilmente para dentro de mim, pois eu escorria de tesão. Ambos soltamos um gemido profundo de prazer, ele fechou os olhos e soltou o resto do corpo em mim, ergui de leve as pernas, como se fosse envolvê-lo, mas só em parte&#8230; comecei a sussurrar em seu ouvido:</p>
<p>-Ahh, que delícia&#8230;assim&#8230;rebola um pouco..humm, assim&#8230;agora ergue um pouco o torax..- ele o fez, embora meio letárgico - agora force&#8230;force para dentro&#8230;com calma, primeiro&#8230; - ele obedecia, cegamente. Fazia direito, mas precisei contê-lo na velocidade, porque eles acham que é a velocidade que vai nos trazer prazer e não se trata disso. É um misto de velocidade, força e<em> jeito</em>.<br />
Decidi que ele precisava de um apoio para ficar mais confiante e bombar com mais força, para que eu sentisse mais seu pau irrompendo minha buceta e finalmente gozasse.</p>
<p>Olhei em volta e vi que, embutido às paredes laterais do quarto havia um móvel, uma espécie de bancada. Perfeito! Pensei. Com jeito, saí da cama e fui até lá. Me sentei na ponta do móvel, abri as pernas, levantei uma delas, apoiando o calcanhar do pé na ponta da bancada, deixando minha buceta arregaçada, bem à vista, convidativa, molhada e lhe disse, sorrindo:</p>
<p>-Vem me foder de verdade agora, moleque&#8230;</p>
<p>E ele foi. Louco. Um verdadeiro animal. Com as mãos fortes me trouxe para perto do seu corpo, segurando minha cintura. Enfiou o pau até o fundo, gostoso. Passei o braço em volta do seu tórax, envolvendo-o, ficamos assim, atracados e ele metia, metia, metia, controlando a velocidade segurando minha cintura, enquanto sussurrava: - Assim? Assim? É assim que você quer? Hum?</p>
<p>Ahh, ele metia gostoso. Metia fundo e forte e eu só ouvia nossos gemidos e o barulho do seu pau mergulhando em minha boceta molhada&#8230;eu respondia que sim, sim, era exatamente assim e ele acabava de tirar um 10!</p>
<p>Perdi a noção de tudo. Tempo, hora lugar.  Fui sugada no vácuo. Senti a onda de prazer me possuindo, dos pés à cabeça, envolvendo meu corpo como se eu houvesse caído em calda densa e morna.</p>
<p>Gozei antes dele. O empurrei novamente para a cama e tratei de finalizar o trabalho cavalgando. Enquanto fazia isso, passava as mãos por aquele peito que parecia ter sido esculpido, talhado à mão. Ele agarrou meus quadris fechou os olhos numa expressão que parecia misturar dor, prazer, angústia e êxtase, retesou  o corpo emitindo gemidos entrecortados, tímidos, perto do praze que ele parecia estar sentindo.</p>
<p>Depois, conversamos, nos beijamos, dormimos um pouco. E passamos para o segundo e terceiro round. Nestes eu o ensinei a me chupar, umas 4 ou 5 posições, e ensinei a ele e me enrabar gostoso. Trepei muito com ele aquele dia e muitos outros dias, meses, depois. Ensinei a ele tudo o que havia aprendido e aprendi com ele coisas novas que nunca havia provado.</p>
<p>Depois, ele alçou outros vôos&#8230;teve outras mulheres&#8230; meu menino cresceu.</p>
<p>Mas ele sempre volta pra mim&#8230;pra repor algumas aulas.</p>
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		<title>Afã</title>
		<link>http://pecadora.opsblog.org/2009/07/28/afa/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 01:29:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sablestarr</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Meu amor, meu sonho, meu tesouro escondido. Meu tormento, minha sina, minha delícia&#8230;por quanto tempo ainda vou ter que esperar até que seus lábios toquem os meus e faça meu corpo inteiro estremecer de prazer e saudade?
Por quanto tempo ainda vou ter que esperar seu abraço, seus braços fortes me apertando, me movendo, levantando, me moldando a ti num [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Meu amor, meu sonho, meu tesouro escondido. Meu tormento, minha sina, minha delícia&#8230;por quanto tempo ainda vou ter que esperar até que seus lábios toquem os meus e faça meu corpo inteiro estremecer de prazer e saudade?</p>
<p>Por quanto tempo ainda vou ter que esperar seu abraço, seus braços fortes me apertando, me movendo, levantando, me moldando a ti num rico amálgama incomum ?</p>
<p> ahh, quanto, quanto tempo ainda falta, meu pupilo, para que seu toque certo envolva meu corpo como um bálsamo, uma calda quente que escorre lenta e fumegante , que pinga do bico dos meus seios e invade, doce e morosamente a superfície de meu ventre até atingir o meio de minhas pernas, vagorosa, densa, enebriante, arrebatando-me e me levando-me ao céu?</p>
<p>ah meu doce, meu Apolo, meu menino&#8230;</p>
<p>Até quando vou ter que esperar para mergulhar meu rosto em seus cabelos anelados e sentir seu cheiro cítrico de mato, o gosto salgado do seu pau na minha boca, o jorro quente de porra melando minha pele, suas mãos largas apertando os meus quadris enquanto me invade, ora de leve, ora querendo rasgar-me por inteiro, expurgando meus pecados&#8230;?</p>
<p>Quero ouvir sua voz sussurrante me pedindo mais, quero olhar para seus olhos semicerrados de volúpia tentando encontrar os meus, quero sentir sua mão como veludo envolvendo cada centímetro do meu corpo, quero sentir seu toque másculo, me debulhando, me esmagando, me esmiuçando, reduzindo a pequenos fragmentos libidinosos e ávidos de ti, minha vontade, meu orgulho, minha liberdade&#8230;</p>
<p>minha essência.</p>
<p>Para depois explodir em delícia, sôfrega, suspensa, solitária</p>
<p>e sua.</p>
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		<title>Strange fruit</title>
		<link>http://pecadora.opsblog.org/2009/05/26/strange-fruit/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2009 21:33:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sablestarr</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Confessionário]]></category>

		<category><![CDATA[buceta molhada]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu aqui, esperando você chegar. Adoro ficar nua, assim, à toa nesses lençois macios, ouvindo jazz, sentindo o cheiro de sexo que meu próprio corpo exala.
Estou queimando, queimando nessa cama.
Ansiando por sua boca, por sua língua em meu corpo&#8230;
Ah, me desabrochando sensualmente para você&#8230;abrindo lentamente, minhas pernas&#8230; mostrando-a, excitando-te, indicando que te quero&#8230;e então separando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu aqui, esperando você chegar. Adoro ficar nua, assim, à toa nesses lençois macios, ouvindo jazz, sentindo o cheiro de sexo que meu próprio corpo exala.</p>
<p>Estou queimando, queimando nessa cama.</p>
<p>Ansiando por sua boca, por sua língua em meu corpo&#8230;</p>
<p>Ah, me desabrochando sensualmente para você&#8230;abrindo lentamente, minhas pernas&#8230; mostrando-a, excitando-te, indicando que te quero&#8230;e então separando os lábios com a pontas dos dedos&#8230;</p>
<div class="msg Nth">adoro abri-la assim, para quem gosto&#8230;, exibi-la oferecê-la, como uma fruta madura, pronta para ser degustada&#8230;</div>
<div class="msg Nth">Como de costume, ela está vertendo mel, que escorre pelas minhas coxas&#8230;e eu uso as mãos para molhá-la completamente, deixando-a preparada para te receber&#8230;</div>
<div class="msg Nth">Aberta, molhada, quente, rósea, brilhante</div>
<div class="msg Nth">Sedenta de você.</div>
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		<item>
		<title>Sexo sagrado</title>
		<link>http://pecadora.opsblog.org/2009/05/13/sexo-sagrado/</link>
		<comments>http://pecadora.opsblog.org/2009/05/13/sexo-sagrado/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 13 May 2009 16:50:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sablestarr</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sacrosanctum]]></category>

		<category><![CDATA[Afrodite]]></category>

		<category><![CDATA[Baco]]></category>

		<category><![CDATA[Deus]]></category>

		<category><![CDATA[divindade]]></category>

		<category><![CDATA[orgasmo]]></category>

		<category><![CDATA[religião]]></category>

		<category><![CDATA[ritual]]></category>

		<category><![CDATA[sagrado]]></category>

		<category><![CDATA[sexo]]></category>

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		<description><![CDATA[
Eu devo ter sido sacerdotisa de Afrodite em outra encarnação, daquelas que se prostituiam em sua honra nos templos e através do ato sexual realizavam trabalhamos mágicos, transformando sua vida e de quem as procurasse, ao mesmo tempo em que louvavam e exaltavam os magníficos e avassalarores poderes de sua Deusa.
Ou vai ver eu era [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="http://i94.photobucket.com/albums/l104/gabsfran/angel.jpg" alt="" width="490" height="545" /></p>
<p>Eu devo ter sido sacerdotisa de Afrodite em outra encarnação, daquelas que se prostituiam em sua honra nos templos e através do ato sexual realizavam trabalhamos mágicos, transformando sua vida e de quem as procurasse, ao mesmo tempo em que louvavam e exaltavam os magníficos e avassalarores poderes de sua Deusa.</p>
<p>Ou vai ver eu era uma Bacante. Uma sacerdotisa que seguia o deus do vinho, que vivia em êxtase e constante frenesi, espalhando alegria e leveza por onde passasse, nunca deixando-se prender pelos laços enganosos da paixão ou do sentimento de posse.</p>
<p>Porque é assim, como sacerdotisas de ambos os deuses, que vivo.</p>
<p>Eu acredito que o sexo seja um meio de se conectar com Deus. Ou os deuses. Ou o Universo, uma força maior, divina, transformadora, sobrenatural, seja lá qual o nome que você queira dar para isso.</p>
<p>Eu acredito em seu poder rejuvenescedor da alma e do corpo, a cura para muitas aflições que acometem a ambos.</p>
<p>Não consigo equiparar o êxtase do orgasmo a qualquer outro tipo de transe ritualístico, que me perdoem os religiosos mais fervorosos, católicos carismáticos, derviches, evangélicos pentecostais, praticantes de cultos-afro ou qualqer outro tipo de culto onde a existência da epifania seja pregada.</p>
<p>Nada bate o poder do orgasmo e, ele é, também, um canal para o divino, é, em si, uma experiência religiosa.</p>
<p>Um momento onde se perde a consciência, onde se é transportado para um outro mundo.</p>
<p>Uma pequena morte, como bem sintetizam os franceses.</p>
<p>O sexo, assim como todos e outros cultos, tem um ritual. E esse ritual, se bem feito, é belíssimo e encaminha seus seguidores ao êxtase, puro e certo.</p>
<p>Ele começa com a simples intenção de se praticar o ato.</p>
<p>E então o jogo, ancestral, mágico e misterioso, começa.</p>
<p>São olhares, sorrisos, cheiros, gestos, comportamentos, tom de voz, palavras, toques, movimentação são sinais, e são todos os sentidos voltados unica e especificamente para a concretização de seu objetivo: fazer sexo.</p>
<p>Nossos sentidos se enebriam, nosso corpo passa a agir de modo diferente, tem reações involuntárias, nossas pupilas dilatam, nossa voz fica um tom mais baixa, quase sussurrante, nosso aparelho respiratório se espande, nosso coração bombeia sangue com mais rapidez, mudando todo o funcionamento de nosso corpo, nosso cheiro, nossa percepção de realidade, nossas atitudes.</p>
<p>É uma droga poderosa. A mais perfeita delas.</p>
<p>Toda a máquina chamada corpo humano se dobra ao poder do sexo. E o serve. Fiel e copiosamente.</p>
<p>E tem sua recompensa. Alguns segundos de felicidade superior, enlevo transcedental, fagulhas de divindade que correm em nossas veias, a verdadeira fonte da juventude. Não só física.</p>
<p>Emocional. Espiritual.</p>
<p>O sexo é sagrado. E por ser tão lindo e poderoso, foi demonizado, foi proibido.</p>
<p>Mas adivinhem? Ele não é.</p>
<p>Ele não é.</p>
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		<title>Repulsa ao sexo</title>
		<link>http://pecadora.opsblog.org/2009/05/06/repulsa-ao-sexo/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 May 2009 16:39:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sablestarr</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Missal]]></category>

		<category><![CDATA[gostar de sexo]]></category>

		<category><![CDATA[mulheres e sexo]]></category>

		<category><![CDATA[problemas]]></category>

		<category><![CDATA[revista Nova]]></category>

		<category><![CDATA[sexo]]></category>

		<category><![CDATA[sexo oral]]></category>

		<category><![CDATA[traumas]]></category>

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		<description><![CDATA[
 
Meu leitor Gustavo leu essa reportagem e pediu minha opinião de uma forma fofa:
&#8220;Queria saber o que mulheres de verdade pensam destes depoimentos&#8221;.
Bem, Guto (posso te chamar de Guto?) primeiramente, obrigada pelo &#8220;mulheres de verdade&#8221;, querido, me sinto honrada, agora, vamos ao assunto:
- Pra começar: Reportagem da Revista NOVA? Olha, nada contra mulheres que leem tal revista, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="//i94.photobucket.com/albums/l104/gabsfran/suck.jpg" alt="" /><br />
 <br />
Meu leitor Gustavo leu <a href="http://nova.abril.uol.com.br/edicoes/424/amor_sexo/nao-gosto-de-sexo-oral.shtml?pagina1" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/nova.abril.uol.com.br');" target="_blank">essa reportagem</a> e pediu minha opinião de uma forma fofa:</p>
<p>&#8220;Queria saber o que mulheres de verdade pensam destes depoimentos&#8221;.</p>
<p>Bem, Guto (posso te chamar de Guto?) primeiramente, obrigada pelo &#8220;mulheres de verdade&#8221;, querido, me sinto honrada, agora, vamos ao assunto:</p>
<p>- Pra começar: Reportagem da Revista NOVA? Olha, nada contra mulheres que leem tal revista, mas eu acho (aliás, acho a maioria das publicações femininas) um tédio. Fútil pra caramba, só roupas e sexo, sexo, sexo.</p>
<p>Sei que parece engraçado, eu, criticando uma revista que supervaloriza o sexo, mas não acharia a revista ruim se ao menos ela tratasse do assunto com um pouco mais de poesia, respeito E seriedade. Não estou falando de tecnicismos e linguagem médica aqui, mas de menos simplicidade, do ponto de vista de que o sexo é sim, 80% de uma relação e merece atenção real.</p>
<p>Reparem que a publicação trata o sexo como se fosse um plano de carreira, com metas e objetivos a serem cumpridos: &#8221;5 passos para deixar seu homem louco na cama&#8221;, o &#8220;Guia Lacrado do Kama Sutra&#8221; (lacrado, porque diabos seria proibido?) &#8220;Como fisgar ele para sempre&#8221; e outros &#8220;tutoriais&#8221; que pseudo-ensinam a mulher a ser &#8220;boa de cama&#8221;, garantindo sua satisfação e performance sexual.</p>
<p>O bom e velho modelo americano de vida: &#8221;siga à risca a teoria e você será ótima na prática&#8221;.</p>
<p>Como se fazer sexo se aprendesse lendo revistas e livros.</p>
<p>A gente sabe que não. Antes de qualquer coisa, inclusive para essa coitada aí que disse que não gosta de receber sexo oral, para a mulher ser boa em qualquer coisa na vida, precisa ser LIVRE.</p>
<p>Livre de traumas, amarras, dogmas, paradigmas, convenções, medos em geral: de julgamento alheio, de auto-julgamento, de culpa (moral e religiosa), de vergonha do próprio corpo, do corpo alheio e a maldita mania de ainda confundir sexo com afeto ou até mesmo amor ou ainda de achar sexo &#8220;sujo&#8221;.</p>
<p>Essa carência feminina de amor romântico é algo que realmente atrapalha, e MUITO o desfrute do sexo puro, simples, descomplicado e ultra-prazeroso.</p>
<p>Não que não exista sexo com amor, claro que existe e é igualmente delicioso, porque a entrega não é só carnal, é quase espiritual.</p>
<p>Mas existe o sexo pelo sexo e ele é uma função FISIOLÓGICA do corpo, como fome, sono, vontade de ir ao banheiro e como tal, PRECISA ser saciada.</p>
<p> Tudo isso e mais outra série de preocupações e paranóias que eu não faço a mínima idéia de que existam na mente doente da maioria das mulheres atrapalha a maioria delas na hora do sexo.</p>
<p>Tais problemas existem sim por mais que em público se negue. Caso contrário todas seriam mega-ultra realizadas no sexo, felizes, mais bonitas, mais descomplicadas e as estatísticas não mostrariam que 80% das mulheres nunca sequer tiveram um orgasmo na vida (tudo bem que aí muita coisa tb depende do homem, deixando isso BEM claro).</p>
<p>Quando e SE a mulher deixar todo esse peso para trás vai descobrir que o sexo é um PRESENTE dos céus e não uma PUNIÇÃO.</p>
<p>Muitas mulheres acham que precisam ser mais desejáveis para terem uma vida sexual satisfatória.</p>
<p>Existe uma grande diferença entre ser bela e ser boa de cama. Nem toda mulher bonita é sexy e boa de cama. Nem toda mulher sexy é bela.  Existe muita fantasia aí, imagens que a mídia vende e o povão compra.</p>
<p>Ser sexy também não tem nada a ver com ser vulgar, baixa, rebolar a bunda na TV, posar nua por aí, fazer filme pornô, usar roupas de malgosto, provocantes ao extremo, nada disso.</p>
<p> Podem apostar, a maioria das mulheres para a qual vocês, homens, batem punheta são UM FIASCO na cama.</p>
<p>São bonitas e provocantes e só.</p>
<p>Ter sex appeal é algo muito mais sofisticado do que usar uma roupa provocante e fazer caras e bocas ou se pendurar no lustre na hora do sexo. Isso é simples, é fácil. Qualquer mulher consegue fazer ou fingir que gosta e faz. Qualquer prostituta faz.</p>
<p>Ter sex appeal é ter consciência de seu próprio poder sexual. É não ter medo de dar e sentir prazer. É ser ousada, sem nunca ser inconveniente ou constrangedora. É manter a classe. É gostar de sexo. Valoriza-lo e saber valorizar a si  mesma e ao parceiro (a). É saber a hora de avançar, de parar, de caçar e ser caçada.</p>
<p>A mulher que tem o sexo correndo nas veias provoca e estimula o homem até mesmo sem querer. É algo que está nela. Natural, não forjado.</p>
<p>O resto é só provocação barata e artificial.</p>
<p>Existem também, é claro, além dos problemas psicológicos, os físicos. As vezes a mulher é frígida gente, tem falta de algum hormônio que calibre e equilibre seu desejo sexual, tem problemas anatômicos vaginais, vagina curta, clitóris insensível, vai saber? Não sou médica, mas creio que, se o problema for SÓ esse, dos males o menor.</p>
<p>Pra isso existem remédios e especialistas e o tratamento, com certeza será muito mais rápido do que o psicológico, que depende quase total e inteiramente do paciente. Talvez seja esse o problema da garota da reportagem. Ou talvez sejam os dois.</p>
<p>Só sei que, pra mulher não gostar de sexo oral, deve haver, com certeza, algum problema.</p>
<p>Porque trata-se de estimulação DIRETA do clitóris, o orgão máximo do prazer.</p>
<p>Mesmo se ela alegar ter mais prazer com a penetração, tudo bem, ela pode ser normal, mas mesmo a penetração estimula o clitóris, então, porque não &#8220;ir direto ao ponto&#8221;?</p>
<p>Realmente não entendi e acho estranho.</p>
<p>Ou talvez o problema seja o parceiro. Ele é péssimo no sexo oral. Vai ver é isso.</p>
<p>Eis minha opinião.</p>
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		<title>Serão</title>
		<link>http://pecadora.opsblog.org/2009/04/17/serao/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Apr 2009 19:12:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sablestarr</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Heresias &amp; Profanações]]></category>

		<category><![CDATA[chicote]]></category>

		<category><![CDATA[escritório]]></category>

		<category><![CDATA[putaria]]></category>

		<category><![CDATA[S&amp;M]]></category>

		<category><![CDATA[taras]]></category>

		<category><![CDATA[xingamento]]></category>

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		<description><![CDATA[


- Dna Shirley, por favor venha até minha sala.
Ahh não! Não, não, não!!! São cinco para as seis, faltam cinco exatos minutos para minha hora de ir embora e ele me chama. Decerto para fazer nada&#8230;
-Pois não, Seu Mauro&#8230;
-Gostaria que você montasse um relatório sobre as metas que discutimos na reunião de hoje, por favor&#8230; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="texto">
<p style="text-align: center"><a href="http://pecadora.opsblog.org/files/2009/04/dominatrix_2.jpg" ></a></p>
<p style="text-align: center"><a href="http://pecadora.opsblog.org/files/2009/04/19e07d951dc9ffef550774dfcb2aa3c71cd3deb8_m.jpg" ><img class="alignnone size-full wp-image-225" src="http://pecadora.opsblog.org/files/2009/04/19e07d951dc9ffef550774dfcb2aa3c71cd3deb8_m.jpg" alt="" /></a></p>
<p>- Dna Shirley, por favor venha até minha sala.</p>
<p>Ahh não! Não, não, não!!! São cinco para as seis, faltam cinco exatos minutos para minha hora de ir embora e ele me chama. Decerto para fazer nada&#8230;</p>
<p>-Pois não, Seu Mauro&#8230;</p>
<p>-Gostaria que você montasse um relatório sobre as metas que discutimos na reunião de hoje, por favor&#8230; são 35 tópicos, precisam ser descritos minuciosamente um a um&#8230;</p>
<p>Rabisca, rabisca&#8230;pega a ata que o patrão lhe estende.</p>
<p>-Ok, amanhã de manhã estará em cima de sua mesa. –levantando-se e saindo com o usual sorriso amarelo.</p>
<p>-Ãnh? Como assim? Preciso desse relatório para AGORA, Dna Shirley! – soca de leve a mesa – Porquê você acha que estou aqui a essa hora ainda? Amanhã de manhã pego o primeiro vôo para Curitiba e&#8230;aliás, e a minha passagem? A senhorita reservou, fez tudo certinho? – bebe um gole d ‘água, angustiado, encarando os olhos azuis da secretária.</p>
<p>-Passagem? Mas o senhor não me falou nada! Eu passei a tarde toda organizando e etiquetando o material que&#8230;</p>
<p>-MASMEUDEUSDOCÉU DONA SHIRLEY! – alteradíssimo, vermelho, bufando, a veia do pescoço saltando - EU NÃO HAVIA DITO QUE TERIA DE VIAJAR PARA CURITIBA PARA TRATAR COM OS SÓCIOS SOBRE A COMPRA &#8230;</p>
<p>Nó na garganta. Taquicardia. Não iria mais agüentar aquilo. Não podia. Nunca saía na hora certa, pior, nunca recebia hora-extra. Trabalhava como uma escrava. Ele era um grosso, estúpido, mal-chefe, desorganizado. Era ela quem organizava sua agenda. Ele nunca, jamais havia mencionado a maldita viagem para Curitiba. Estava farta, cheia daquela grosseria. Ele não tinha o direito de gritar com ela . Cinco anos de humilhação. Que iriam acabar agora.</p>
<p>-O SENHOR TRATE DE CALAR ESSA SUA BOCA ! – Jogou os papéis em cima da mesa. Arrumou os óculos, o coque e passou a mão sobre o tailleur creme, como se tirasse o pó da roupa.</p>
<p>O queixo de Mauro caiu Arregalou os olhos. Pela primeira vez que via Dna.Shirley refutá-lo. Engoliu em seco. Talvez tivesse realmente esquecido de avisá-la sobre a viagem. Talvez ela estivesse tendo problemas com o noivo, que a estava enrolando há mais de 10 anos. Talvez tivesse finalmente terminado com o babaca. Talvez estivesse com TPM&#8230; talvez&#8230;  uau, ela estava incrivelmente gostosa hoje&#8230;aquela bela bunda redonda e branca apertada naquela saia creme, deve estar usando meias 7/8 creme também..e aquele salto agulha..creme&#8230; aquela pele creme&#8230;aqueles cabelos amarelos de tintura vagabunda..aquele corpo roliço&#8230;Balançou a cabeça, tentou se concentrar:</p>
<p>-Dna Shirley, mas o quê signifi&#8230; -</p>
<p>-É isso mesmo. Você é um verme. Você é um escroto, pensa que tem o rei na barriga. É um escroque, um almofadinha, chega todo-todo metido nesses terninhos Ricardo Almeida, esse cabelinho grisalho mantido a base de Grecin2000, essa sua loção pós-barba fedorenta que se mistura com seu perfume Azzaro insuportável, abrindo a porta da sala e me dizendo o que fazer. Vou anotando tudo como uma serviçal, uma cachorrinha. Além de organizar toda sua vida corporativa, faço transações no banco, sei de suas senhas, faço suas compras de supermercado, sei os telefones de suas pretendentes, aquelas coroas ricas peruas e gordas, desesperadas para chamar a atenção de um homem como você, que mal sabem elas o quanto é grosso, idiota, mal-educado, insensível, sem o mínimo tato para com o sexo feminino&#8230;</p>
<p>-Mas Dna Shirley, como é que&#8230; – um arrepio correu rápido por sua espinha. A voz dela, não sabe como, lhe parecia mais sexy, selvagem. Os olhos azuis faiscavam. As bochechas redondas estavam róseas como o batom cintilante de sua boca&#8230;a mulher exalava um cheiro que realmente o estava deixando louco. Ela continuou:</p>
<p>-Você nunca me deu flores no Dia da Secretária, você nunca se lembrou de meu aniversário, você nunca foi capaz de elogiar minha eficiência e eu ORGANIZO E CUIDO DE TODA SUA PATÉTICA VIDA, SEU COROA QUE SE ACHA O RICHARD GERE MAS ESTÁ MAIS PRA LIMA DUARTE, INCLUSIVE POR CONTA DESSA SUA BARRIGA INDECENTE E DESSA BUNDA GORDA, PELUDA E BRANCA! – respira&#8230;alguns fios de cabelo finalmente haviam se desprendido do coque perfeito e agora os óculos escorriam pelo nariz.</p>
<p>Ele lambia os lábios e suava. Alguma coisa estranha havia acontecido, estava de pau duríssimo. Aquela mulher ali, gritando impropérios para ele. Dna Shirley! Era a mesmíssima Dna Shirley de sempre! Baixinha, gorduchinha, matrona&#8230;peitos grandes&#8230;hmmm peitos enormes&#8230; tratou de fazer alguma coisa:</p>
<p>-POIS&#8230;POIS EU QUERO&#8230;É&#8230; A SENHORA ESTÁ DESPEDIDA! E POR JUSTA CAUSA! – Levantou-se, encarando a secretária de frente. Os dois se olhavam nos olhos, desafiando-se como dois animais prestes a se atracar.</p>
<p>Batata.</p>
<p>Agarrou Dna. Shirley beijando-a, enchendo as mãos na bunda redonda da funcionária que ao primeiro minuto tentou se desvencilhar, mas acabou cededo, abraçando o corpanzil do patrão, fechando os olhos.</p>
<p>Tratou de posicioná-la em cima da mesa, sem antes deixar de protagonizar o ato clichê presente em 11 entre 10 filmes onde haja cenas de sexo em escritório: passou o braço por sobre a mesa, levando ao chão tudo o que havia lá em cima.</p>
<p>Dna. Shirley sorria, o coração pulsava dentro do peito e ela tratou de se livrar dos óculos e do casaquinho apertado do tailleur, enquanto Mauro abria, esbaforido, os botões de sua blusa de seda&#8230;.creme.</p>
<p>Chupou aqueles grandes peitos brancos, já meio flácidos, com gosto. Ela gemia, tateando o meio das pernas do patrão, tentando alcançar o pau rijo. Finalmente abriu o cinto e o botão da calça do terno, enfiando a mão dentro da samba-canção de seda vinho de Mauro, agarrando o pau com firmeza, masturbando-o.</p>
<p>-Dna Shirley - sussurrou ele, no ouvido da empregada.</p>
<p>-Hmmm..ahhnn ?.. - ela tentava prestar atenção no que ele dizia, cheia de tesão, dedicava-se com eficiência à punheta.</p>
<p>-Me xingue.</p>
<p>-O quê?</p>
<p>-Me xingue. Continue me xingando como você estava fazendo&#8230;vamos&#8230; - enquanto abria as pernas gorduchas da mulher e percebia, com satisfação que ela usava, de fato, meias 7/8 creme.</p>
<p>- Ahnn..seu verme&#8230;-ela dizia, hesitante com o pedido estranho. Estava em cima da mesa, com a saia no umbigo, as pernas arreganhadas, sem calcinha trepando com o Sr. Mauro&#8230;nada podia ser mais esdrúxulo e surreal que aquilo. Depois, soltando-se e lambendo as orelhas do chefe, disse:</p>
<p>-Seu escroque, seu mau-caráter, desorganizado, estabanado, trapaceiro, mentiroso, vigarista&#8230;- aumentando o ritmo na masturbação e das infâmias.</p>
<p>-Isso! Ahhh&#8230;Dna Shirley.. humm..não pára! - Preparando-se para penetrá-la.</p>
<p>-Viado, cuzão, grosso, desprezível, ignóbil, miserável, mesquinho, infeliz&#8230;.Ahnnn!! - Gritou de prazer quando o pau duro como pedra finalmente entrou em sua buceta encharcada e quente.</p>
<p>-Isso&#8230;vai&#8230;vai! - Ele gritava, segurando as ancas fartas da mulher, aumentando o ritmo das estocadas&#8230;Dna Shirley mal conseguia pronunciar as palavras&#8230;</p>
<p>-Ahnnn..ahhh..IDIOTA! IMBECIL! CORNO! DESGRAÇADO! FILHO DA PUTA! VOU GOZAR! Ahhhhh! - revirando os olhinhos.</p>
<p>-Ahhhhhhh Dna Shirley!&#8230;. - fechando os olhos profundamente e perdendo-se no gozo.</p>
<p>Dna Shirley saiu da empresa, terminou com o noivo babaca e acabou virando hostess de uma famosa casa de shows. Nunca entrou na justiça contra Mauro.</p>
<p>Mauro foi promovido a presidente e passa metade do ano na Alemanha e outra metade no Brasil. Se casou com uma mulher 18 anos mais jovem e tem um caso com empregada de sua casa de praia, em Búzios.</p>
<p>Retirou todas as queixas contra Shirley, a mandou embora com um bônus avantajado, um belo prêmio em dinheiro.</p>
<p>São bons amigos até hoje. Transam de vez em quando.</p>
<p>Mauro adora ser humilhado na cama, pelas três.</p></div>
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		<title>So bad</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Apr 2009 19:02:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sablestarr</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Confessionário]]></category>

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		<description><![CDATA[
I wasn&#8217;t born to lose you.
I want you, so bad.
(I want you – Bob Dylan)
Taí. Eu não quero saber. Eu não quero saber o que é possível e o que não. Eu não quero saber o que é sensato. Muito menos o que é certo ou errado.
Tudo aconteceu tão fora de ordem e lugar&#8230;mas, não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><em><a href="http://pecadora.opsblog.org/files/2009/04/water.jpg" ><img class="alignnone size-full wp-image-220" src="http://pecadora.opsblog.org/files/2009/04/water.jpg" alt="" width="480" height="334" /></a></em></p>
<p><em>I wasn&#8217;t born to lose you.<br />
I want you, so bad.</em></p>
<p>(I want you – Bob Dylan)<br />
Taí. Eu não quero saber. Eu não quero saber o que é possível e o que não. Eu não quero saber o que é sensato. Muito menos o que é certo ou errado.</p>
<p>Tudo aconteceu tão fora de ordem e lugar&#8230;mas, não é assim que é a vida, afinal? Indomável. Imprevisível. Impossível de se controlar ou prever. E é justamente neste ponto, neste vórtice inexorável que habita sua beleza selvagem&#8230; a vida é uma vadia infrene.</p>
<p>E eis que algo aconteceu. Nossos olhares se cruzaram. Inapropriado. Proibido. Não agora. Não agora em tempos de recomeços e reconstruções.</p>
<p>Nos tocamos. Toque leve e quente como o veludo, doce e lento como o mel. Eletrizante, inflamável. Não agora. Oh, Deus..não agora.Quero deixar tudo fluir, tomar o rumo certo. Tudo deve permanecer como sempre esteve. Mas qual o rumo correto, afinal? Tudo o que é sólido se desmancha no ar.</p>
<p>Se fossem olhares apenas, mas nossas almas se encontraram. Numa daquelas colisões transcedentais, mágicas, estupidamente fantásticas, extremamente sexuais, aflitas, urgentes. Uma verdadeira catástrofe.</p>
<p>Eu te quero. Nossos corpos ardem quando nos aproximamos. Nossos lábios tem fome e se procuram, nossas mãos se desordenam e exploram um o corpo do outro. Quero ser possuída, consumida, absorvida por você. Eu te quero, tanto. Chega a doer.</p>
<p>Me penetre, me descubra, me acorrente com seus braços, me prenda com sua boca. Quero me perder em você, mergulhar nos teus pêlos, sentir seu peso me coagindo e sua língua serpenteando, ateando fogo em minh’alma que foi arrebatada por teu feitiço.</p>
<p>Entenda meus sinais. Meu cheiro, meu ronronar. Minhas unhas que arranham de leve suas costas, meus dedos que se alastram por seus cabelos finos. Ouça meus pensamentos. Leia meu corpo. Sinta minhas palavras. Beba meus beijos. Aspire meu desejo. Ele te enebria?</p>
<p>Quero cavalgar você. Livre, leve, ligeira, leviana. Quero me extasiar em cada movimento do seu corpo..sejam eles hostis, provocantes, agressivos ou compassados, brandos, noturnos. Já dizia o poeta que todos os movimentos do amor são noturnos..mesmo que praticados à luz do dia.</p>
<p>Quero provocar você. Despertar a fera que se esconde sob o manto do medo. Quero te enredar, te encantar, com meu guizo, com meu visco, com meu veneno, com o melado que escorre do meio de minhas pernas e com a peçonha que verte em profusão da minha boca toda a vez que chamo seu nome.<br />
Me foda. Me foda deliciosamente e com afinco. Quero sentir teu pau me transgredindo, ouvir tua respiração pausada em minha orelha, sentir sua força enquanto você me laça segurando meus cabelos. Tudo o que eu quero é ser estuprada, profanada, poluída,desejada,devassada, prostituída, subjulgada, corrompida, degradada, aviltada, corroída, gasta, usada&#8230; por você.</p>
<p>Me coma e então, me deixe. Por favor.</p>
<p>Quero me fundir a você no gozo. Me moldar a seu corpo nú e úmido, ofegante e pegajoso. Nem que seja por alguns segundos, só para reviver a sensação de quando nos olhamos pela primeira vez.</p>
<p>Eu te quero. Não nasci pra te perder.</p>
<p>Um tempo. É tudo o que precisamos&#8230;I want you. So bad</p>
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