Mrs. Robinson – Pecadora
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Mrs. Robinson

Quem diria, até professorinha de sexo, no melhor estilo “Mrs. Robinson”, eu já banquei.  Na época, eu devia ter uns 27 anos e ele uns 18. Alto, moreno, sorriso aberto, cabelos anelados, corpo esplêndido, provavelmente de tanto jogar futebol ou andar de skate nas horas vagas.

Era o corpo de um garoto de 18 anos, saudável e que gostava de esportes. Vivia de bermudão e camiseta e às vezes me presenteava entrando em casa suado, camiseta presa no elástico do short, ia beber água…eventualemente trombávamos nessa hora. Trocávamos olhares e sorrisos e não passava disso. Era colega do meu irmão e por isso, ou devo dizer: graças a isso, presença constante em casa.

Já eu, vivia à vontade, oras, afinal a casa era minha. E posso dizer que talvez ele tenha me visto de calcinha ou só de camiseta zanzando sonolenta pelos cômodos em algum momento. Não era difícil.

Começamos a conversar por conta de um hobby em comum: o cinema. Conversa vai, conversa vem e ele meio que passou a frequentar a casa não tanto por amizade ao meu irmão.

Acabamos formando uma ligação delicada. Comecei a gostar do papo dele, de suas gírias, comecei a gostar das experiências que trocávamos e do tom de respeito e seriedade que ele parecia dar aos meus conselhos de garota “mais velha”.

Começamos a sair juntos, passear somente. Passar o dia no parque andando de bicicleta,  nadando no clube, tb íamos ao cinema, tomávamos um sorvete. Passamos a ser verdadeiramente amigos. Confidentes. Passamos a dar mais liberdade física um ao outro. A sermos mais carinhosos um com o outro, mais tácteis.

Mais sexuais.

No que eu pensava? Pensava que seria presa por corrupção e sedução de menores. Pensava que devia ter realmente MUITO tempo livre para pensar em trepar com um moleque, sendo que tinha vários ficantes da minha idade e até mais velhos, pensava que ia dar merda. Pensava que eu estava LOUCA para que desse merda.

Um dia, no meio de uma conversa sobre qualquer coisa, o abordei:

-Você é virgem, né?

Ele interrompeu a risada resultante do diálogo anterior e me olhou com cara de espanto:

-Nossa, tá tão na cara assim? Meu deus…

Rimos. Emendei:

- Se quiser posso te ajudar nesse quesito… - falei, quase sussurrando e olhando firme nos olhos dele.

Ele entendeu o recado e pra piorar (ou melhorar, sei lá) entrou no meu jogo:

-Ah é? Me daria umas aulas?

-Daria mais que aulas…

Silêncio. Fui embora de propósito. Deixei-o com aquela proposta, queimando… Ele me ligou no mesmo dia, de madrugada:

-Escuta, você tava falando sério? Porque eu quero. Quero muito. E quero que seja com você.

Fiquei muda. Bingo.

-Então fica esperto. Me encontra amanhã na rua x. Te pego lá às 19h e a gente vai pra um motel.

Nos encontramos, ele entrou correndo no carro, meio que se escondendo. Não dissemos palavra. Entramos no motel, estacionei o carro e rumamos para o quarto, como se estivéssemos prestes a encontrar algum chefe da máfia, traficar armas, drogas enfim, realizar algo tremendamente ilícito. Percebi a tensão da situação e na escada que ligava a garagem ao quarto, decidi quebrar o gelo:

-Moleque, vem cá… - e o puxei com força encostando suas costas na parede, beijando-o.

Ele tinha um beijo delicioso, lascivo, quente e molhado e só do meu corpo encostar no seu pude sentir o pau duro sob o bermudão, cutucando minhas coxas, latejando, implorando para sair.

A coisa toda começou na escadaria mesmo: suas mãos passeavam por todo o meu corpo, mordiscava o bico dos meus seios, eu estava de saia jeans e ele acariciava minha bunda com afinco, enfiava o dedo por dentro da minha calcinha e fazia carinho no meu cu, o que me deixava louca, molhada… eu rebolava de leve… o beijo tornou-se cada vez mais sôfrego, gemíamos suados, perdidos nas carícias um do outro.

Meti a mão dentro do shorts e agarrei aquele pau duro feito pedra, brilhante, lindo. Senti uma vontade incontrolável de enfiá-lo na boca. Fui beijando seu corpo até chegar à sua cintura e engoli aquela rola gostosa, chupando, beijando, lambendo suas bolas num boquete caprichado. Ele, gemendo e revirando os olhos, se escorava na parede, pois seus joelhos fraquejavam.

Não queria que ele gozasse ali e, como ele era neófito, precisava maneirar ou a festa acabaria rapidinho.

Voltamos às carícias e adentramos o quarto aos trancos, tentando caminhar, beijar e tirar a roupa, tudo ao mesmo tempo.

Joguei-o na cama e arranquei sua bermuda. O pau quase pulou imediatamente da cueca, molhado, já. Resolvi maneirar novamente, pois ainda queria sentir aquele garoto me fudendo feito um animal e não queria que ele gozasse ali e interrompesse meus planos.

Me afastei e comecei a tirar a roupa devagar, começando pela camiseta, tentando provocá-lo ao máximo. Ele segurou o pau, gemendo, fez menção de se levantar e vir atrás de mim, eu fiz que não, que ele deveria ficar exatamente aonde estava e só olhar. E ele obedeceu. Ah, meu menino obedeceu… eu o queria babando. Eu o queria louco, febril, faminto.

Fiz um strip-tease básico. Apenas tirei a roupa na sua frente de um modo sensual. Acariciando meu próprio corpo, ficando de costas pra ele, abaixando-me, oferecendo a ele meu cu, minha boceta molhada… inclinada, olhei de leve para ele enquanto com os dedos separava meus grandes lábios, róseos, inchados e molhados… o ouvi murmurar com a voz trêmula:

-Ahhnnn, não faz isso comigo…

Fiquei com dó e decidi que não deveria mais torturar o garoto. Não em sua primeira vez. Subi em cima dele, nos beijamos e ele já tentava forçar a penetração quando sussurrei em seu ouvido: - Você sabe fazer? E ele respondeu, baixo, arfando, os olhos fechados: - Não…me ensina…

Ahh, aquilo me deixou louca. Fui assaltada por um misto de tesão e ternura que me fez entender que eu estava fazendo parte de algo muito importante na vida daquele menino. Sua iniciação sexual. Eu poderia tanto vir a destruir, quanto criar nele o gosto pelo sexo. Eu seria responsável pelo jeito com que ele iria tratar as mulheres com quem transasse dali para a frente. Isso era sério. E lindo.

O beijei com vontade, grata por ele ter me dado aquele privilégio e tentei pensar didaticamente.

Então - eu disse, beijando seu corpo - vamos tentar pelo básico: papai-e-mamãe. E me virei, deitando-me e fazendo com que ele ficasse sobre mim. Ele parece ter adorado. Sorriu, me beijou, demorou em meus seios, lambendo-os, mordiscando-os, beijando-os, não me lembro de outro homem ter dedicado tanto carinho a eles como ele o fez. Decidiu ir à luta. Olhei bem em seus olhos. Seria a primeira vez que ele penetraria uma mulher. Abri de leve as pernas e aquele pau duro, palpitante escorregou facilmente para dentro de mim, pois eu escorria de tesão. Ambos soltamos um gemido profundo de prazer, ele fechou os olhos e soltou o resto do corpo em mim, ergui de leve as pernas, como se fosse envolvê-lo, mas só em parte… comecei a sussurrar em seu ouvido:

-Ahh, que delícia…assim…rebola um pouco..humm, assim…agora ergue um pouco o torax..- ele o fez, embora meio letárgico - agora force…force para dentro…com calma, primeiro… - ele obedecia, cegamente. Fazia direito, mas precisei contê-lo na velocidade, porque eles acham que é a velocidade que vai nos trazer prazer e não se trata disso. É um misto de velocidade, força e jeito.
Decidi que ele precisava de um apoio para ficar mais confiante e bombar com mais força, para que eu sentisse mais seu pau irrompendo minha buceta e finalmente gozasse.

Olhei em volta e vi que, embutido às paredes laterais do quarto havia um móvel, uma espécie de bancada. Perfeito! Pensei. Com jeito, saí da cama e fui até lá. Me sentei na ponta do móvel, abri as pernas, levantei uma delas, apoiando o calcanhar do pé na ponta da bancada, deixando minha buceta arregaçada, bem à vista, convidativa, molhada e lhe disse, sorrindo:

-Vem me foder de verdade agora, moleque…

E ele foi. Louco. Um verdadeiro animal. Com as mãos fortes me trouxe para perto do seu corpo, segurando minha cintura. Enfiou o pau até o fundo, gostoso. Passei o braço em volta do seu tórax, envolvendo-o, ficamos assim, atracados e ele metia, metia, metia, controlando a velocidade segurando minha cintura, enquanto sussurrava: - Assim? Assim? É assim que você quer? Hum?

Ahh, ele metia gostoso. Metia fundo e forte e eu só ouvia nossos gemidos e o barulho do seu pau mergulhando em minha boceta molhada…eu respondia que sim, sim, era exatamente assim e ele acabava de tirar um 10!

Perdi a noção de tudo. Tempo, hora lugar.  Fui sugada no vácuo. Senti a onda de prazer me possuindo, dos pés à cabeça, envolvendo meu corpo como se eu houvesse caído em calda densa e morna.

Gozei antes dele. O empurrei novamente para a cama e tratei de finalizar o trabalho cavalgando. Enquanto fazia isso, passava as mãos por aquele peito que parecia ter sido esculpido, talhado à mão. Ele agarrou meus quadris fechou os olhos numa expressão que parecia misturar dor, prazer, angústia e êxtase, retesou  o corpo emitindo gemidos entrecortados, tímidos, perto do praze que ele parecia estar sentindo.

Depois, conversamos, nos beijamos, dormimos um pouco. E passamos para o segundo e terceiro round. Nestes eu o ensinei a me chupar, umas 4 ou 5 posições, e ensinei a ele e me enrabar gostoso. Trepei muito com ele aquele dia e muitos outros dias, meses, depois. Ensinei a ele tudo o que havia aprendido e aprendi com ele coisas novas que nunca havia provado.

Depois, ele alçou outros vôos…teve outras mulheres… meu menino cresceu.

Mas ele sempre volta pra mim…pra repor algumas aulas.

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13 Comments on “Mrs. Robinson”

  1. #1 bob
    on Oct 8th, 2009 at 7:23 pm

    Como aprendi a repetir na França, Ulala, que iniciação, e o melhor ainda, com cursos constantes de aperfeiçoamento.

    [Reply]

  2. #2
    on Oct 9th, 2009 at 1:59 am

    Já estava ficando com saudades de suas histórias e convenhamos, garoto de sorte este!
    Queria eu estar no seu lugar.

    [Reply]

  3. #3 Rotonek
    on Oct 9th, 2009 at 2:00 am

    quando pode marcar a minha aula?

    [Reply]

  4. #4 Eu adoro esta guria! – Milton Ribeiro
    on Oct 9th, 2009 at 12:04 pm

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  5. #5 miltonribeiro
    on Oct 9th, 2009 at 12:13 pm

    Excelente, ora… Posted in: Batismo.

    [Reply]

  6. #6 gugaalayon
    on Oct 9th, 2009 at 12:17 pm

    nada como professoras e aulas práticas

    [Reply]

  7. #7 Sara
    on Oct 10th, 2009 at 4:49 pm

    Nossa! Fiquei molhada só de ler… Uma delícia!
    Quem dera achar um cara com essa sensibilidade pra me tirar do meu estado virginal.. rs.. Sei que mulheres são muito mais sensíveis qnd se trata desse assunto, mas não perco as esperanças… ;)

    Beijos,
    S.

    [Reply]

  8. #8 Luciana
    on Oct 10th, 2009 at 10:13 pm

    *inveja boa, inveja boa, inveja boa* (se é que isso existe)
    da história e da escrita.

    [Reply]

  9. #9 Cleriston
    on Oct 12th, 2009 at 11:58 am

    Quem me dera que sempre houvessem professoras tão capazes e dedicadas em seus afazeres…

    Espero que não demore muito mais para fazer novas atualizações. Ficamos loucos (e loucas, creio) para conhecer mais das suas aventuras.

    [Reply]

  10. #10 Maurício
    on Oct 15th, 2009 at 5:43 pm

    Não sou mais virgem, mas onde faço a inscrição pra ter umas aulas com essa professora…rsrsrs…

    Brincadeiras a parte, é um conto maravilhosamente sensual.

    Parabéns !!

    [Reply]

  11. #11 L.
    on Oct 19th, 2009 at 6:30 pm

    Ótima iniciação. Fiquei com um tesão danado por ler a história da segunda transa. Ou mais detalhes da parte final:
    “E passamos para o segundo e terceiro round. Nestes eu o ensinei a me chupar, umas 4 ou 5 posições, e ensinei a ele e me enrabar gostoso.”

    ;)
    Bjs,
    L.

    [Reply]

  12. #12 Tentadoramente Grande
    on Oct 27th, 2009 at 9:12 pm

    Aff com uma professora destas eu repetiria todo ano, pra ter que fazer de novo…
    http://tentadoramentegrande.blogspot.com/

    [Reply]

  13. #13 Atribis
    on Nov 23rd, 2009 at 7:58 am

    Putz uma pena não ter escola desse nível aqui onde moro. Tenho que confessar que molhei minha cueca de tanto tesão!! Seus contos são um perfeito equilibrio entre o erótico e pornográfico, sensual e pervertido, ……. ah tenho que ir ali me lavar e já volto!! Bjos e posta mais desse tipo!

    [Reply]

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