Fui uma adolescente sacana.
Tocava meu corpo com frequência, queria descobrí-lo. Era normal me masturbar na frente do espelho, gostava de me ver gozar. Era dramático e incontrolável. E eu sempre gostei de coisas “incontroláveis”.
Beijei muitos meninos… e duas meninas. Essas duas últimas com a desculpa de ver “se beijávamos bem, de fato”. Então fizemos um concurso. Foi delicioso.
Peguei em alguns paus, queria vê-los, senti-los, saber quais reações os garotos teriam se eu fizesse isso.
Deixei que me tocassem também. Durante a adolescência toda, em todas as partes do corpo.
Me lembro de ensinar um garoto a passar a mão no meu corpo e em minha bunda enquanto me beijava, afinal ele parecia uma múmia, uma estátua, sei lá o quê! Horrível. Depois ele aprendeu direitinho.
Mas apesar de tudo, perdi a virgindade meio tarde. Aos 18. Com um namorado, no banco de trás de um Escort azul.
Havíamos brigado a tarde toda e ele finalmente foi me levar em casa. Muito chororô e dramalhão depois, decidimos nos despedir e encarar um futuro incerto, talvez um rompimento.
Tudo bem. Já havíamos rompido antes. E voltado depois. Infinitas vezes. Éramos loucos um pelo outro. Ele era, antes de qualquer coisa, meu melhor amigo, alguém com quem eu adorava passar o tempo, conversar, me divertir. Éramos confidentes, companheiros.
Ele era divertido, extrovertido, inteligente, culto. E cafajeste. Mentiroso. Galinha. E lindo. Era a cara do Michael J. Fox. Mas nosso namoro era tranquilo, sem muitas putarias. Até o primeiro rompimento…
Havíamos namorado pela primeira vez quando eu tinha 16 anos. Foi meu primeiro namorado. Minha primeira paixão e também minha primeira decepção. Descobri que ele me traía e armei um esquema para pega-lo no flagra. Meu conto de fadas virou história de horror. Eu sofri feito o diabo, chorei, me descabelei e morri pela primeira vez em minha vida. Recordo-me da dor até hoje…imagine!
A primeira dor a gente nunca esquece, certo?
Mas foi bom. A venda foi tirada dos meus olhos. Renasci mais madura, esperta e decidida a não ser mais bobinha e romântica. E, de fato nunca mais fui.
Acabamos voltando, mas eu estava completamente mudada. Estava decidida a provar isso a ele quando fiz nele meu primeiro boquete.
Foi num domingo à tarde, todos em casa dormiam e estávamos assistindo um video na sala. Comecei a beijá-lo, lamber seu pescoço e orelha, gemendo baixinho ao pé d’ouvido e acariciando-o por debaixo da camiseta. Levei a mão até sua bermuda, agarrando seu pau e batendo uma punheta de leve, até ele ficar total e completamente duro. Tirei da cueca e num ímpeto me inclinei e o enfiei inteiro na boca, chupando-o com vontade.
Ouvi um gemido meio contido e olhei para seu rosto, enquanto subia e descia, sem parar de chupá-lo. Ele estava incrédulo, mas a medida que eu chupava e lambia de leve a cabeça do pau ele foi se entregando, segurou meu pescoço, fechou os olhos e gemia baixinho, tremendo de tesão.
Fui aumentando a velocidade e a intensidade. Eu nunca havia feito aquilo, foi puro instinto.
Sentia o pau escorregando om facilidade pela minha boca, encostando na garganta, deslizando…sentia o gosto salgado e aquele corpo carnudo, duro, pulsando e preenchendo toda minha cavidade bucal.
Fechei meus olhos, segurei em sua base, de leve…senti cada nervura, toda sua textura, tamanho, gosto e poder. Eu estava adorando. Parecia me deliciar com um doce ou algo do tipo. Por outro lado, estava amando lhe dar prazer e decidi que se ele gozasse eu iria engolir seu gozo. Porque o amava. Porque queria sorvê-lo. Porque o queria dentro de mim, de alguma forma. Porque havia cansado de me privar dos prazeres do sexo. Porque queria seduzi-lo total e completamente e fazê-lo se arrepender até o último fio de cabelo por ter me traído.
Ele se contorcia e tremia, em transe. Abriu a boca de leve e soltou um derradeiro gemido, longo, abafado, sofrido, enquanto retesava o corpo, por inteiro, jogando a cabeça para trás. Entendi que gozava.
Na hora senti um jato quente, meio doce, meio salgado invadir minha garganta, enquanto o pau pulsava em minha boca, parecendo ter vida própria, na tentativa de expelir todo o líquido. Engoli tudo, com vontade, enquanto admirava a beleza de vê-lo ali, frágil, dominado, entregue, em êxtase, morrendo de prazer.
Aprendi a admirar e a venerar o orgasmo alheio.
A partir dali, nosso namoro virou TNT pura. Nos masturbávamos mutuamente, com frenquência, sempre que surgia uma oportunidade de ficarmos sozinhos. Ele passava longos minutos chupando e mordiscando meus mamilos, esfregando o rosto em meus seios, enquanto enfiava um dedo no meu cuzinho, de leve. Eu ficava tonta de prazer, indolente feito uma gata no cio, gemendo, pedindo mais.
Adorava quando ele me beijava e acariciava meu clitóris ao mesmo tempo. Eu gozava uma, duas, três vezes, me melava inteira, gemia alto…ele ficava completamente louco ao sentir minha buceta molhada contraindo-se em volta de seus dedos…no começo era um só, depois dois, depois três…ele me implorava para transarmos, ardia, chorava…estava total e completamente dominado. Obcecado. Doente. Febril.
E eu negava. Negava pelo puro e simples prazer de poder negar.
Negava a ele e a todos os outros com os quais eu ia, dia-a-dia descobrindo o sexo, meu corpo, o corpo masculino. Negava porque gostava de vê-los rastejando, implorando, mendigando, me prometendo mundos e fundos…escravizados pelo prazer.
Todos eles tiraram casquinhas. Mas ninguém comeu de fato : )
Desde então, decidi aproveitar minha vida de adolescente, apimentar o namoro, me entregar mais…talvez não só para meu namorado…enfim. Ele me mostrou as delícias da traição. Direitos iguais, oras. Fui à forra e não fiquei no prejuízo.
Eu nunca fico. Eu empre dou. A buceta e prejuízo…enfim… voltando:
Eram 18 horas de um sábado quente de verão. Nos beijamos demorada e tristemente. Aquele beijo adolescente, quente e molhado, sôfrego, desesperado…o beijo que precede o fim. Suávamos, de calor e de desejo.
Estávamos cansádos e magoados. Fartos de discutir sem chegar a lugar algum.
O que era para ter sido um beijo rápido, de despedida, trivial e indolor, acabou pegando fogo. Logo, saltei do banco do passageiro, onde já estava com uma das mãos na maçaneta para ir me embora, para seu colo.
Me lembro bem: abri as pernas me encaixei na sua frente…as costas apoiadas no volante do carro, minhas duas mãos segurando seu rosto com volúpia, enquanto mordiscávamos um o lábio do outro, loucamente.
Senti seu pau duro, debaixo da bermuda, roçando em minha bucetinha molhada e enquanto o beijava, tratei de rebolar para aumentar o atrito. Eu usava regata preta sem sutiã, mini-saia jeans e coturnos.
Ele não teve dúvidas, afastou minha calcinha e começou a tocar uma siririca pra mim, me deixando louca…nisso, uma chuva torrencial desabou sobre a cidade. Estávamos parados quase em frente à minha casa, num bairro residencial de SP.
A água escorria pelas janelas do carro e não conseguíamos ver através delas. Estávamos isolados.
Gozei duas vezes e queria dar prazer a ele. Nem que fosse a última vez.
-Quero trepar com você… - eu disse baixinho, em seu ouvido, enquanto o abraçava, ainda suada e tentando me refazer do gozo
-Eu também…eu também…faz tempo…
-Tô falando sério. Quero transar. Agora. - Falei, olhando em seus olhos, respirando ofegante.
-Tem certeza? - Ele me perguntou sério. Ainda hoje me emociono quando me lembro de sua expressão preocupada, carinhosa. Apesar de estar morrendo de vontade de me comer.
-Tenho. Quero você, agora.
Na hora fomos para o banco de trás. Me deitei, tirei a saia e esperei ele se ajeitar pra cima de mim.
Na verdade, no final das contas, aquilo não foi nada romântico nem ao menos sexy.
Tinhamos tido momentos muito mais sexys e tensos nas sacanagenzinhas que fazíamos durante o namoro do que naquela transa.
Nos beijamos e senti o peso de seu corpo contra o meu. Abri minhas pernas, me oferecendo passiva e apaixonadamente a ele. Meu coração batia forte e tentei relaxar porque haviam me falado que se você estivesse tensa, doía mais.
Tentei me concentrar no barulho ensurdecedor da chuva lá fora. E pensei que estava trepando com um cara dentro de um carro, na rua. Eu era uma bela de uma puta…
Poderíamos ser pegos e presos por atentado ao pudor.
Esses dois fatores me deram uma dose extra de adrenalina e tratei de me concentrar no momento…em seu corpo e na perda da minha virgindade.
Bem, tentamos umas 8 vezes seguidas, se não me engano e tudo o que me lembro é de não ter sentido prazer porra nenhuma.
Senti foi uma dor lancinante, uma sensação de que algo estava me rasgando e queimando por dentro, que subia em direção à minha garganta, me deixando sem ar. Pensei que teria que andar de perna aberta depois que saísse dali e que todo mundo iria perceber. Sangrei um pouco também, um sangue escuro, muito estranho, que manchou minha calcinha e o banco do carro.
Foi mais incômodo e constrangedor do que qualquer outra coisa.
O temporal finalmente passou e tivemos que nos recompor.
Ainda ficamos lá durante um tempo…ouvindo rádio, quietos…pensamentos à mil.
Tocava “Take My Breath Away”.
A chuva passou. Era tarde. Eu tinha que descer. Dali a pouco meu pai estaria chamando o Corpo de Bombeiros para me procurar e minha mãe já deveria estar ligando para o IML.
Nos despedimos. Ficamos uma semana sem nos falar.
Depois disso, recebi um telefonema dele, dizendo que havia passado em um exame em outra cidade e iria para lá.
Eu disse tchau, boa sorte, espero que dê tudo certo. Ficamos mudos ao telefone.
Ele se foi.
E minha virgindade também.







on Jan 13th, 2009 at 7:42 pm
Pois é… Acho que se for feita uma pesquisa, a “perda’ da virgindade NÃO deu prazer a GRANDE maioria das mulheres …
E por “n” fatores….MAS ainda bem que quase sempre é um frustração (esse prazer inicial que não veio) que logo dá lugar a muitos ‘asssiiiiiimmmmmmmmmm…não PÁAAAAAAARAAAAAAAA”…….rs
hummmmmmmmm…. Eu fiquei interessada no porque do PECADORA que dá título ao seu blog…
Se é só por ser chamativo…
Se é porque o relacionado ao pecado normalmente atrai as pessoas…
Ou se é porque vc vê as histórias que posta aqui como atos pecaminosos…Algo assim.
Se puder me passa um e-mail…
abraço
[Reply]
on Jan 13th, 2009 at 7:54 pm
Nasce um talento na Blogosfera dos tarados!
Sei extamente o tipo de mulher que você é ou pelo menos era na adolescencia, tive uma namorada que era exatamente igual, só que para meu azar na hora, na hora do “inaugaration” resolve liberar para um ex casinho dela mais velho, coisa e tal. Lá fui cheio de espinhas na cara e totalmente traumatizado resolver o meu problema na “zona”. A adolescência é dura para os homens… ainda bem que dura pouco, e que já passou fazem uns bons anos. Muito pensamento e pouca execução…
[Reply]
on Jan 16th, 2009 at 9:16 am
Sensacional!
[]s
O Carioca
[Reply]
on Jan 16th, 2009 at 6:47 pm
“Negava a ele e a todos os outros com os quais eu ia, dia-a-dia descobrindo o sexo, meu corpo, o corpo masculino. Negava porque gostava de vê-los rastejando, implorando, mendigando, me prometendo mundos e fundos…escravizados pelo prazer.”
Uma das coisas mais legais que já li.
Adorei o texto, li do início ao fim sem respirar, quase gozei junto com vocês.
Beijão parabéns
[Reply]
on Oct 21st, 2009 at 9:02 am
Sexualmente falando, eu era uma mocinha recata e inexperiente, no entanto desejava, há um bom tempo, perder a virgindade. O ia passando e faltava a oportunidade, mas quando aconteceu foi cheio de emoções que me lembro com se fosse hoje. Estava querendo muito, era um desejo antigo, queria me tornar uma mulher, queria ser sexualmente ativa, até aqui era só alguns beijinhos e algumas siriricas, já era hora de deixar de ser virgem… As minhas amigas davam a buceta há tempo, apenas eu ainda não tinha perdido a virgindade.
Eu e meu namorado fomos dar um passeio e no anoitecer daquele dia minha virgindade foi deflorada, eu estava ansiosa, excitada. Aos 19 anos, eu dei a buceta a primeira vez, foi pro meu namorado e ele com muita dificuldade me desvirginou…
Foi na casa de praia dos pais dele. Nas férias de verão, entre o final do segundo grau e o inicia da faculdade, Achava-me velha para ser virgem, mas não havia preparado este dia, simplesmente aconteceu quando achei que deveria acontecer. Foi natural.
No retorno do passeio, à tardinha nos dirigimos à casa dele. Não havia ninguém em casa. Só nós dois. O ambiente era adequado para uma moça ser desvirginada, uma casa vazia, uma cama de casal, um colchão bem fofo. Estava perfeito o momento, eu querendo dar a buceta e ele querendo me comer.
Quando chegamos lá, ele me agarrou pela cintura e me carregou para o quarto. Colocou-me na cama tirou as minhas sandálias, foi tirando a minha calça, depois a minha calcinha, me deixou peladinha.
Ele também tirou a roupa, já estava com o pau completamente duro, enorme, roxo, grosso e cabeçudo, apontando para cima. Pensei comigo: “será que eu, uma virgem, suportarei isso tudo dentro da minha buceta.” Parecia desproporcional, um pau muito grande para aquela bucetinha. Nunca havia tentado dar a buceta antes, nunca havia ficado peladinha junto dele (nem com outro). Nunca havia deixado colocar a mão na minha buceta, nunca havia deixado chupar a minha buceta. Era uma buceta completamente virgem. Quando vi aquele pau enorme fiquei admirada com o tamanho e assustada, nunca tinha visto um homem pelado e nem um pau duro. Foi a primeira vez que eu vi um pau duro, antes apenas havia apalpado por cima da roupa do meu namorado. Disse pra mim mesma: “Tem que ser hoje, não saio daqui virgem.”
Eu estava deitada com uma perna sobre a outro, escondendo a minha xoxotinha. Ele se aproximou, afastou as minhas pernas uma da outra, ficou de joelhos entre elas, ficou olhando para a minha bucetinha. Colocou as mãos nas minhas coxas. Eu estava ali para dar a buceta, então, puxei devagarinho, os meus joelhos para cima e para fora e abri bem, deixando a minha florzinha bem exposta e acessível para facilitar a penetração do pau dele e assim romper o meu cabaço e realizar o meu defloramento…
Naquele momento senti que meu defloramento não seria fácil, porque ele tinha um pau muito grosso e cabeçudo e eu era magrinha e a minha buceta era pequena, era só uma rachinha, com alguns pentelhinhos e lábios bem pequenos, nunca havia passado a mão e nem chupada, totalmente virgem…
Em seguida ele encostou a cabeça do pau na minha xoxotinha, forçou a entrada, mas não conseguiu furar o meu cabaçinho…
Aquele pau grosso e aquela cabeça grande eram excessivos para uma moça inexperiente e para a minha buceta pequena e virgem…
Eu tinha um hímen resistente, que apesar do esforço dele, não permitiu a penetração, então eu coloquei minhas mãos nas coxas dele e o empurrei para trás… E ele tirou o pau de mim…
Ele ficou apenas me olhando…
Eu, então, tive que dar uma ajuda, com minhas mãos abri bem a xaninha, puxei os lábios bem para fora e um pouco para baixo para ficar bem abertinha e facilitar a penetração e me desvirginar.
Ele se aproximou novamente encostou o pau na minha buceta e começou a me penetrar, mas a dificuldade era a mesma e para agravar a situação, ele não sabia que eu ainda era donzela, ele não me perguntou e eu também não lhe contei, ele não sabia que aquilo que estava oferecendo resistência à entrada daquele pau grande e grosso, não era apenas uma buceta pequena e apertada, era o cabacinho duma moça virgem…
No entanto ele foi forçando a entrada, metendo devagarinho e com firmeza, mas meu cabaço continuava apresentando muita resistência e de repente, numa estocada mais forte e firme, mas com muita dificuldade o pau venceu a resistência e entrou e acabou rompendo o meu cabacinho, rasgando-o com violência.
Quando furou meu selinho virginal, senti uma ardência enorme na entrada da buceta (onde rasgou o cabacinho) e o pau dele socou no fundo. Gritei de dor, comecei a chorar convulsivamente. Meu cabaço estava rompido, não era mais virgem.
Bati com força nos ombros dele, ele parou e o empurrei para trás de novo e ele saiu fora e não continuou mais, ficou assustado com a minha reação, pois como disse, eu não havia lhe dito que eu era virgem…
Ao tirar o pau da minha buceta ele viu o que havia acontecido ali, ele havia deflorado uma virgem e a buceta dela estava sangrando muito.
Coloquei minha mão sobre a minha buceta já deflorada, fechei as pernas, deitei de lado e apertei uma contra a outra, chorei feito uma meninha, soluçava… senti algo quente escorrer na mão e quando tirei a mão da buceta, vi que era só sangue, sangue do meu cabaço deflorado, era muito sangue, sangrou muito, parecia uma menstruação abundante.
Vendo a minha situação, chorando e sangrando daquele jeito, então ele meio assustado, puxou o lençol, dobrou-o e colocou-o no meio das minhas pernas, contra a minha buceta, para aparar o sangue que escorria do meu cabaço ali deflorado…
Nem deu tempo pra ele gozar. Vi o pau dele todo sujo de sangue desde a cabeça até a base…
Ficou acariciando os meus pentelhinhos e chupando as minhas tetinhas.
Fiquei ali mais ou menos uma hora, chorei o tempo todo. Me recompus e pedi para ele me levar para a minha casa…
Vestimo-nos e saímos dali e jogamos o lençol num barranco à beira da estrada, pois estava todo ensanguentado.
Mais tarde, ao chegar em casa, a minha buceta ardia um pouco (era na região do cabaço que havia sido deflorado) e meu baixo ventre ainda doía (era a estocada, do pau dele que havia levado, no fundo da buceta), fui tomar banho e vi que tinha parado de sangrar, mas tinha muito sangue na calcinha. A minha buceta estava inchada e avermelhada.
Sentia-me leve, diferente, custei a dormir, fiquei pensando no ocorrido.
No dia seguinte não sentia dor nenhuma, minha buceta tinha desinchado e a cor voltado ao normal, nenhum sinal visível daquilo que havia passado na noite anterior.
Dias depois ele me disse que eu deveria ter dito que era virgem. Disse também que de tanto forçar o pau para entrar na minha buceta a cabeça do pau dele tinha ficado todo esfolado.
Foi um desvirginamento difícil, mas eu estava feliz, ele me fez mulher, pois eu queria mesmo deixar de ser virgem. E havia deixado. Agora já era uma mulher.
Namoramos ainda alguns meses, mas não trepamos nenhuma vez depois daquela. Me desiludi com ele por outros motivos e terminei o namoro com ele.
Já a segunda vez que dei a minha buceta, foi para o meu marido, que teve muita paciência comigo. Ele, também, pensava que eu fosse virgem, pelo meu jeito, miudinha e pouco experiente, e deixou as coisas rolarem do meu jeito, muitos beijos, muitos orais (virei a boqueteira dele), até que um dia ele me comeu. Pedi para me penetrar com cuidado, e ele assim fez. Contei a ele que já havia dado a buceta uma vez, apenas uma vez, no dia em que fui desvirginada, que havia doido muito, por isso deveria ter cuidado…
Então ele me comeu, doeu, mas não sangrou e nem chorei.
Depois de muito tempo meu marido me contou que quando me comeu a primeira vez ele ainda era virgem!
Ele não tirou o meu cabacinho, mas eu tirei o dele!
[Reply]