Pergunta, vai? -www.formspring.me/sablestarr
respondo tudo.
Tuitar este postPorque, num mundo de ilusões, é na luxúria que me enxergo humana
Eu sou uma puta. Uma vadia, vaca, piranha, meretriz, rameira.
Eu sou uma chama incandescente, descontrolada, totalmente guiada por meus desejos e instintos.
Sou escrava deles. E sou porque assim quero ser. E sou porque minha maior satisfação é deixar-me ser guiada por eles.
Assim sou porque me sinto completa e afortunada quando a lascívia da minha’ alma é concretizada através de meus atos.
Perdoa-me Pai, porque eu pequei.
Pequei e fodi, deliciosamente, com um dos seus.
Sim, eu trepei com um padre uma vez. E foi uma das melhores trepadas da minha vida.
Entre um dos muitos cursos que fiz na vida (apesar de ter completado só alguns)fiz o de Ciências da Religião.
Eu tenho curiosidade por religiões não pelos dogmas em si, nem pelos rituais, apesar de alguns serem bem interessantes, mas sim por querer entender o que move o homem a buscar explicações e propósito para sua existência…e para o fim dela, para os mistérios do Universo, queria saber o que leva a humanidade querer se conectar com algo transcendental, maior, supremo, sobrenatural…divino.
Eu estava ali para estudar e, apesar de haver homens muito inteligentes e cultos na sala e de eu achar essas qualidades extremamente sexys em uma pessoa, sinceramente, nenhum deles me apetecia.
Frequentei as aulas normalmente durante quatro meses, quando um de meus professores, um senhor muito simpático e amoroso, precisou ser substituído.
E qual não foi minha surpresa quando o tal substituto apareceu.
Ele era um jovem de 20 e poucos anos, com vestimentas de clérigo – calça preta, blusa preta de mangas curtas com aquela gola de padre - e, belo, para o meu gosto.
Fiquei tão extasiada com sua visão adentrando aquela classe repleta de velhos e homens sem graça que minha boca deve ter aberto involuntariamente, creio eu.
Ele devia ter mais ou menos 1.80m de altura, era magro, cabelos pretos lisos levemente rebeldes, pele bem clara, sobrancelhas negras cerradas e olhos de um verde esmeralda faiscante, hipnóticos.
O nariz era reto, um pouco grande (mas não ao ponto de quebrar a harmonia do rosto), queixo quadrado, lábios finos e um sorriso…Deus, um sorriso mortal. Na minha opinião, ele era a cara do Tom Cruise, só que mais alto e magro, não tão atlético quanto o ator.
Seu nome era Alexandre e ele não era um noviço na verdade, estava um grau acima (era um professor, quase padre, faltava-lhe fazer um último compromisso, se não me engano) e iria substituir o Pe. Amadeu por algumas semanas, enquanto ele aplicava um seminário no Sul do país.
Pronto. Minha paz havia acabado.
Fiquei completamente encantada por Alexandre. Ele era alegre, inteligentíssimo, culto (falava 7 línguas) viajado e…eu simplesmente não entendia o porque de ele querer virar padre. Não entrava na minha cabeça, como um garoto daqueles poderia se privar (e privar a nós, mulheres!) dos prazeres da carne.
Talvez isso me instigasse ainda mais. O proibido, o “pecado”, o “impossível”. Aquele, com certeza seria o meu maior desafio em termos de sedução. Eu estava decidida a conquistá-lo, a qualquer custo. Já dizia Nietzsche que amamos o desejo e não o desejado…e no meu caso, ele estava certo.
Não demorou muito para que eu começasse a fantasiar com ele. Tinha altos sonhos eróticos, me masturbava muito, pensando nele, umas 3 vezes por dia, estava começando a ficar maluca, levemente obcecada. ,e lembro que durante o trabalho, quando me lembrava dele, ardia, como se estivesse com febre. Corria até o banheiro e tocava uma para me aliviar, me concentrar e voltar às atividades do dia-a-dia
Ao mesmo tempo me sentia intimidada pela batina, pela paixão com a qual ensinava religião, pela sua devoção e amor para com as pessoas, pelos inúmeros trabalhos vonluntários aos qual se dedicava, afinal, ele era um sacerdote (ou estava prestes a ser legitimado como tal) e esse dilema me deixava tonta, angustiada, hesitante. Lembro me que em uma sexta-feira cheguei a ter febre física, real, de tanta culpa e volúpia.
Decidi arriscar. Fosse o que Deus quisesse… ou melhor, o que o diabo, no caso.
Eu era boa aluna e me destacava nas dissertações, análises e fichamentos, talvez por minha facilidade em escrever. Também era uma das únicas mulheres da sala. Éramos três, uma parou na segunda semana de aula e a outra era uma senhora surda de um ouvido.
Comecei a me aproximar do padre-professor, com o pretexto tirar possíveis dúvidas de textos, conversar sobre filosofia (um assunto pelo qual tenho carinho especial) e sobre símbolos religiosos (outra materia que eu adorava). Nos dávamos bem, ríamos muito juntos e ele começou a se interessar, de leve, por mim. Fazia perguntas sobre minhas experiências em outros países, sobre outra áreas de interesse, sobre família, tudo muito respeitosament, sem nunca dar abertura para algo mais íntimo. Enquanto isso, minha ansiedade e desejo aumentavam. Eu namorava na época e, para aliviar a tensão, transava loucamente com meu namorado, que não reclamava, de modo algum, mas começou a estranhar meu comportamento. Segundo ele, eu estava me tornando compulsiva e nosso sexo estava ficando mecânico. Transava frenéticamente, quase sem me envolver. Mantinha os olhos fortemente fechados ea boca cerrada, até gozar. Justo eu, que adoro falar putaria enquanto transo, que sou despudorada, dominadora, participativa.
Mas isso tinha uma razão: eu pensava em Alexandre. E evitava interagir, para não gritar o nome dele.
Passaram-se algumas semanas e eu precisava agir, pois não sabia o quanto mais ele iria ficar conosco. Um dia, conversando sobre cinema, descobrimos outra grande paixão em comum e passamos a trocar videos e exibir alguns filmes que tinham relação com o curso, para a classe. E foi aí que aproveitei a oportunidade. Alexandre, para minha sorte, nunca havia assistido o polêmico filme “Je Vous Salue, Marie” de Jean Luc Godard, e marquei de lhe emprestar o video. Nos encontramos e durante a nossa conversa, me empolguei tanto falando do filme que ele ficou curiosíssimo e disse que queria ver naquele instante. Fomos até a faculdade e todas as salas de exibição estavam ocupadas. E aí soltei:
- Podemos ver na minha casa! Minha mãe vai estar lá, mas peço para ficarmos na sala, ela tem outra tv no quarto.
Ele topou, na hora.
Acontece que eu havia mentido descaradamente. Eu não morava com minha mãe há alguns meses. E minha colega de apartamento estava de férias durante o mês inteiro.
Bingo.
Fomos. Quando chegamos, ele ficou sem jeito quando viu que não havia ninguém em casa. Fez menção de ir embora, disse que isso era anti-ético, que não gostaria de arriscar seu posto na universidade e blábláblá. Aí me fiz de vítima e disse que minha mãe estava prestes a chegar a qualquer momento e que estava me sentindo aviltada por ele não confiar em mim e mais um monte de absurdos manipuladores, que só uma mulher consegue inventar frente à situações extremamente críticas. E fechei é claro, com um belo choro soluçado.
Ele respirou fundo, disse que não queria me magoar, me perdiu desculpas e me abraçou.
Deus, quando ele me abraçou foi como se houvesse me penetrado naquele instante. Senti meu corpo pegar fgo, literalmente, enrubesci. Me desvencilhei dele, tentando me recompor e entramos.
Nos aprumamos, fiz pipoca, fechei as cortinas, conversamos amenidades, sentamos um ao lado do outro no sofá, começamos a ver o filme. O tema do filme é forte. Algumas cenas são sugestivas. O clima começou a ficar tenso.
- Sua mãe não ia chegar? – Ele se vira pra mim, visivelmente perturbado, enquanto eu, num muxoxo, pauso o videocassete.
- Ia, mas parece que está demorando. – Falo, sem olha-lo nos olhos, enquanto suspiro enfastiada, me espalhando levemente no sofá e abrindo de leve as pernas, mostrando minhas coxas. (eu estava de saia).
- Olha, eu acho melhor…. – interrompo-o, segurando sua mão e olhando-o nos olhos:
-Vamos acabar de ver o filme, Alexandre? Não existe nada pior do que parar um filme no meio…talvez parar sexo no meio se assemelhe, mas vc nunca vai saber, né? – Eu disse, ainda segurando sua mão, tentando dar um tom cômico à conversa.
Ele continuou com a mão sob a minha, virou-se para a TV, sério dizendo um “Vamos” seco, retirando a mão e reconstando-se no sofá para ver o filme.
Durante o filme, criei coragem e acariciei sua mão novamente, numa tentativa desesperada de chamar sua atençaõ, mas ele nem se moveu. Eu já estava perdendo as esperanças e o filme já estava chegando ao fim, quando ele suavemente repousou a mão sob minha coxa então desnuda, me causando um calafrio, arrepiando todos os pelos do meu corpo, me dando uma descarga elétrica sem precedentes.
Por alguns segundos fiquei ali, sem ação, respirando fundo, ouvindo meu coração pulsar em minhas têmporas, tendo meus sentidos enebriados, sem saber o que fazer. Mas logo depois voltei a mim e vi que precisava aproveitar aquela oportunidade.
Segurei suavemente sua mão…e a guiei por minha coxa. O fiz sentir a textura da minha pele, arrepiada por seu toque, macia, vibrante e quente. Ele não se opôs, mas também não me dirigiu o olhar. Continuou ali, olhos fixos na tela da TV, deixando-se guiar pela parte interna da minha coxa como se estivesse alheio a tudo.
Eu, por outro lado, me deixei levar. Recostei no sofá, abri as pernas , fechei os olhos e fiz com que sua mão explorasse minha coxa com intensidade…até que levei sua mão à minha boceta, que já molhava a calcinha de tão desejosa. Nesse instante, no exato momento em que seus dedos tocaram meus pêlos pubianos , foi como se ele tivesse levado um choque, despertado.
Abri os olhos assustada, pensando que ele fosse fazer um escândalo, mas quando o mirei, ele estava diferente, transfigurado. Pálpebras semicerradas, olhar voluptuoso. E foi um segundo, até nos abraçarmos com força, nos beijarmos com sofreguidão. Não me lembro muito da sequência das coisas a partir desse momento, só sei que o filme acabou e nos desfazíamos de nossas roupas ao ritmo da canção final da película, enquanto os créditos subiam.
Nos beijávamos muito, infinita e desesperadamente. Me ative a cada centímetro de seu corpo, percorri cada reentrância, músculo, cicatriz, pêlo, com a língua, com a boca, alternando beijos e mordiscadas…sentia o gosto salgado de seu suor, que brotava de suas costas e têmporas…o cabelo negro molhado, grudava em sua testa branca…por vezes , ao tentar agarrá-lo, minhas mãos escapavam, de tão ensopados que estávamos.
Ele tinha um pau delicios0 que chupei com tanta volúpia que tive medo de machucá-lo. Primeiro chupei até que quase gozasse, mas queria que ele me penetrasse primeiro, então abri minhas pernas e fiquei por cima dele no sofá, cavalgando-o. Ele segurava minha bunda, apertava, sugava meus seios, gemia, mal abria seus olhos verdes, movimentava-se com vigor. Eu mexia e rebolava loucamente os quadris em cima dele, sentindo aquele caralho gostoso escorregando para dentro de mim, e a cada estocada era uma injeção de adrenalina. Ele gozou primeiro que eu, me apertando contra seu corpo, abafando o grito entre meus seios.
Depois de outra sessão de beijos e carícias infinitas, ele me pôs de costas , contra o braço do sofá, abriu de leve minhas pernas e senti sua língua deslizando entre meu cu e minha buceta, lúbrica, convulsiva, deliciosa. Por vezes ele revezava a língua e o dedo no meu cu, enquanto chupava minha boceta, que queimava e pulsava, até finalmente gozar, em espasmos lascivos, arrebatadores que fazeram meu corpo soluçar em êxtase.
Ficamos ali, exaustos deitados no sofá da sala. A televisão fazendo um zunido agudo, mostrando a barra de cores, enquanto tentávamos recuperar o fôlego e entender tudo o que havia acontecido.
Foi como se algo tivesse nos possuído. Foi como se um tufão tivesse passado por ali, por dentro de nossos corpos e mentes.
Eu pensei que ele fosse virgem! Mas, mais tarde ele me contou que havia tido várias namoradas, até decidir realmente ser padre.
Ele estava há 5 anos sem ter uma relação, quando trepou comigo. E foi pura energia.
Mais tarde confessei meu desejo por ele e disse ter arquitetado aquela situaão. Ele disse que tinha percebido, mas decidiu ficar por que também tinha interesse em mim e dali uma semana estaria partindo, para uma viagem á Itália. E que talvez nunca mais voltasse a me ver.
Depois disso transamos outras várias vezes. Trepamos na igreja, na sacristia, na faculdade e nos bolinamos no confessionário.
Ele viajou para a Itália, mas me escreveu dizendo achar que não iria conseguir ser padre, justamente por conta do sexo. Nos encontramos uma última vez, num final de ano que ele veio passar com a família.
Depois disso ele voltou para a Itália, e nunca mais nos vimos.
Abandonei o curso e adotei o sexo, como minha verdadeira religião.
Tuitar este postsossegue coração
ainda não é agora
a confusão prossegue
sonhos afora
calma calma
logo mais a gente goza
perto do osso
a carne é mais gostosa
(Paulo Leminsky)
Tuitar este postOi…
Agora tenho meu Formspring para receber as perguntas mais picantes deste sistema solar.
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E manda. Sou toda sua.
beijos
Tuitar este postO local era pouco iluminado, mais parecia um calabouço medieval, mas, quem diria, ficava bem no centro da cidade. Era uma casa, bem antiga, mas sofisticada. O mundo lá fora não imaginava o que se passava lá dentro, o último reduto da luxúria, o lar da libertinagem. Que eu estava prestes a experimentar.
Adentrei, convidada por um amigo (a entrada só é permitida deste modo) e ainda hoje me lembro da sensação que me tomava, excitação total e completa. Chegava a tremer, batia os dentes e respirava com dificuldade. Pupilas dilatadas, poros abertos, boca seca, mãos molhadas. Queria absorver cada gota de tudo o que fosse acontecer ali, seria iniciada em um novo mundo, uma nova ordem, reservada a poucos.
O lugar rescendia a um perfume doce, porém enebriante. Corpos se moviam hipnoticamente ao sabor de uma música lasciva, pequenas arandelas em forma de tulipas na parede estavam cobertas por tecidos de seda, roxos e vermelhos, de cujas bordas pendiam miçangas transparentes dificultando a visão clara dos presentes e emprestando um clima ainda mais sensual à casa.
A mobília era pouca, clássica, pesada e de outrora. Madeira, couro, cetim, tecidos leves e sutilmente brilhantes. No chão de madeira corrida e rangente, um tapete persa, roto, bem desgastado pois senti que não oferecia resistência sob meus pés, devidamente envoltos em botas de vinil de saltos altíssimos.
Só então, depois de sentir o local, comecei a prestar atenção no movimento.
Tentava não encarar os presentes, que pareciam nem ao menos ter notado minha mísera presença ali. Alguns usavam máscaras venezianas, bem trabalhadas, outras simples, umas usavam até lenços, estilo odalisca já outros não se preocupavam em esconder, nem o rosto, tampouco o resto do corpo.
Torsos, seios, vaginas e bundas em profusão, peles brilhantes de suor, bocas ávidas que trabalhavam sem cessar fossem beijando ou chupando o sexo ou os seios alheios aumentavam minha expectativa e meu tesão.
Logo meu amigo apareceu com uma bebida em uma taça rasa, dessas para cocktail. Era algo doce e forte que não consegui identificar. Tinha uma cor opaca, acastanhada e tinha um forte cheiro de àlcool. Bebi desesperadamente, por mais que queimasse minha garganta e me deixasse tonta.
Pedi outra daquela. E outra. E outra. Na quinta taça, quando a luz, a música, os gemidos, os odores e gostos se misturavam ao meu desejo, ouvi uma voz ao meu ouvido e senti um toque de leve, nos ombros.
Ela tinha longos cabelos pretos e uma franja curta acima das sobrancelhas. Traços perfeitos e pele branca,irretocável. Estava nua, vestia uma bota até os joelhos e um cinto, que parecia conter assessórios. Seus lábios vermelhos se moviam, mas não me lembro das palavras que sairam dele.
Meu amigo interviu e disse que eu gostaria de ser “iniciada”. Ela sorriu e pegou na minha mão, descemos uma escada que saia da sala e fomos para um local muito, muito escuro.
O ar era quente e abafado e eu podia ouvir gemidos, gritos, estalos de tapas e barulho de metais.
- Qual o seu nome? – Ela me perguntou, enquanto mexia em algo que pareciam correntes metálicas
-Sablestarr…
- Você quer tudo, Sablestarr? – Falou, aproximando-se de mim e passando a mão pelo meu corpo, seios e coxas.
- O que é tudo? Não quero ser espancada, não hoje…
- Quer penetração?
- De repente, se eu tiver vontade…
- Vou estar aqui do seu lado. É só gritar NÃO e eu os impeço de fazer qualquer coisa que não queira…
Quando finalmente meus olhos se acostumaram à escuridão, pude ver que se tratava de um cômodo relativamente grande, e como em outros aposentos que estive posteriormente, corpos se movimentavam frenética e voluptuosamente, pelos cantos, alguns deitados no chão, outros se esfregando pela parede
Olhei para ela “a dama” (era como os frequentadores a chamavam) e ela segurava duas enormes correntes que pendiam do teto, prontas para cerrar minhas mãos em seus grilhões.
- Tire a roupa – ordenou
Tirei meu corpete e minha mini-saia, como estava sem calcinha, mantive somente as botas. Ela os recolheu e entregou a alguém que não vi.
Ela prendeu os grilhões em meus pulsos e meus braços ficaram suspensos no ar, sem a menor possibilidade de eu alcançar qualquer coisa que fosse, já que eu estava no meio do cômodo.
Meu coração disparou e eu senti minha cabeça rodar. Fiquei com medo de vomitar naquele estado, mas fui respirando fundo, a náusea foi passando e eu me recompondo.
- Lembre-se, estou aqui – disse ela, me beijando de leve os lábios e dando um tapinha na minha bunda, enquanto desaparecia no negrume do local.
Fiquei assim, nua, exposta, aprisionada por um tempo, numa expectativa incerta de que algo pudesse acontecer a qualquer momento, por uns 15 minutos, creio eu…
Nesse meio tempo, enquanto esperava que algo me acontecesse, fechei meus olhos e me perdi na devassidão que me cercava. Fiquei excitada ao ouvir os gemidos de uma mulher que parecia estar próxima a mim e parecia estar sendo fodida por dois homens.
Um, a xingava deliciosamente mas com agressividade: vaca, puta, piranha, biscate, maldita, enquanto outro, quando falava, lhe dava ordens, calma e pausadamente: agora fica de quatro, isso, assim, agora me chupa, lambe minhas bolas, abre essa bunda pra mim, isso, abre a boca que eu vou esporrar ai dentro, engole, isso, linda…agora abre essas pernas…
E eu ouvia os barulhos do sexo, paus entrando e saindo de bocetas e cus molhados, estalar de beijos e tapas, arquejos, sussurros, gemidos murmúrios, gritos, risadas…e aquilo, por si só, foi maravilhoso.
E o cheiro…o cheiro característico de suor, fluidos e perfumes…cheiro de sexo.
Mesmo se eu não tivesse sido sequer tocada naquela noite, a experiência já teria valido a pena.
Foi um curso intensivo de exercício à sensibilidade, veneração e observação do sexo.
Mas de repente, quando eu já estava longe, perdida em pensamentos e imersa em meus estudos, senti um corpo massudo, suado e musculoso me agarrar, como se eu fosse uma boneca, um pedaço de carne que estava ali, pendurada, impossibilitada, sujeita seu bel prazer.
Gritei, de susto, involuntariamente. A dama veio ao meu socorro e eu disse que havia só me assustado. Ela se afastou novamente, me deixando ali…
Ele arfava. Parecia um animal. Parecia ter saído de uma maratona sexual ou uma corrida, algo assim, se agarrava a mim como a um jarro d’agua.
Seu toque provocou um tipo de descarga elétrica em meu corpo, me acordando para o momento.
Suas mãos me envolviam, enormes e quentes, ele beijava meus seios me causando tontura. Me apertava, me mordia, enfiava os dedos no meu cu e na minha buceta molhada, eu gemia e rebolava, amarrada pelos punhos, indefesa. Logo depois, ele me pegou no colo e enlacei sua cintura com as pernas. Ele era grande, não gordo, mas forte mesmo, e peludo, sentia sua barba por fazer arranhar minha face. Me beijou com aquela boca sôfrega, um beijo longo, desejoso. Ele tentou me penetrar, mas confesso que tive medo, não sabia se estava protegido, se era seguro. Gritei NÃO e a dama veio novamente ao meu socorro, impedindo o ato.
Depois dele, dezenas de outras máos, bocas, linguas, dedos e corpos, femininos e masculinos me exploraram e eu me entreguei. Enquanto era devassada, tendo meus peitos sugados, meu cu lambido e minha boca beijada, tudo ao mesmo tempo, senti um par de mãos delicadas, aparentemente femininas entre minhas coxas. Elas a abriram, gentilmente e de repente, senti um calor úmido, um hálito perto da minha buceta, para logo depois ser surpreendida por uma língua certeira, no meu grelo.
Ela me chupou magistralmente e eu gozei, tremendo e chacoalhando as correntes.
Nunca soube nomes, nem histórias de ninguém que frequenta/frequentava aquele local, ou que estava presente no evento. Não consigo contabilizar quantas pessoas abusaram de mim naquela noite, nunca vi seus rostos, nem seus corpos.
Depois do meu batismo, voltei outras vezes para sessões de SM que relatarei posteriormente.
E sim, eu consegui, finalmente, depois de muito custo, trepar com a deliciosa Dama.
* Ariel – Sylvia Plath
Tuitar este postSe você soubesse como me deixa…
ao simples som de sua voz eu já fico molhada
Seu toque queima em minha pele, sua presença é simplesmente perturbadora, enebria meus sentidos.
Quando te vejo, não consigo pensar, emitir palavra…sou toda sentidos e sentimentos… à flor da pele, nervos, músculos e intenções expostas
Sua existência, nossa história e vidas paralelas são insuportáveis para mim.
Você me estraçalha. Física, moral e emocionalmente.
Me encontro aos pedaços… e cada um deles, espalhados pelo chão deste quarto, clama por você
Por favor, me castigue…
Te suplico: preciso de sua força contra minha pele
Me puna, me humilhe, me subjugue.
Me estupre, me invada, me ponha à prova.
Seja meu senhor, meu dono, meu amo. Tome o que é seu, por direito conquistado, por poder adquirido, intrasferível, imutável, inescrutável.
Porque seu domínio é meu deleite
Seu beijo é minha morte
Seu sexo é meu delírio
E não ser sua, meu medo
e perdição
Tuitar este postQuem diria, até professorinha de sexo, no melhor estilo “Mrs. Robinson”, eu já banquei. Na época, eu devia ter uns 27 anos e ele uns 18. Alto, moreno, sorriso aberto, cabelos anelados, corpo esplêndido, provavelmente de tanto jogar futebol ou andar de skate nas horas vagas.
Era o corpo de um garoto de 18 anos, saudável e que gostava de esportes. Vivia de bermudão e camiseta e às vezes me presenteava entrando em casa suado, camiseta presa no elástico do short, ia beber água…eventualemente trombávamos nessa hora. Trocávamos olhares e sorrisos e não passava disso. Era colega do meu irmão e por isso, ou devo dizer: graças a isso, presença constante em casa.
Já eu, vivia à vontade, oras, afinal a casa era minha. E posso dizer que talvez ele tenha me visto de calcinha ou só de camiseta zanzando sonolenta pelos cômodos em algum momento. Não era difícil.
Começamos a conversar por conta de um hobby em comum: o cinema. Conversa vai, conversa vem e ele meio que passou a frequentar a casa não tanto por amizade ao meu irmão.
Acabamos formando uma ligação delicada. Comecei a gostar do papo dele, de suas gírias, comecei a gostar das experiências que trocávamos e do tom de respeito e seriedade que ele parecia dar aos meus conselhos de garota “mais velha”.
Começamos a sair juntos, passear somente. Passar o dia no parque andando de bicicleta, nadando no clube, tb íamos ao cinema, tomávamos um sorvete. Passamos a ser verdadeiramente amigos. Confidentes. Passamos a dar mais liberdade física um ao outro. A sermos mais carinhosos um com o outro, mais tácteis.
Mais sexuais.
No que eu pensava? Pensava que seria presa por corrupção e sedução de menores. Pensava que devia ter realmente MUITO tempo livre para pensar em trepar com um moleque, sendo que tinha vários ficantes da minha idade e até mais velhos, pensava que ia dar merda. Pensava que eu estava LOUCA para que desse merda.
Um dia, no meio de uma conversa sobre qualquer coisa, o abordei:
-Você é virgem, né?
Ele interrompeu a risada resultante do diálogo anterior e me olhou com cara de espanto:
-Nossa, tá tão na cara assim? Meu deus…
Rimos. Emendei:
- Se quiser posso te ajudar nesse quesito… – falei, quase sussurrando e olhando firme nos olhos dele.
Ele entendeu o recado e pra piorar (ou melhorar, sei lá) entrou no meu jogo:
-Ah é? Me daria umas aulas?
-Daria mais que aulas…
Silêncio. Fui embora de propósito. Deixei-o com aquela proposta, queimando… Ele me ligou no mesmo dia, de madrugada:
-Escuta, você tava falando sério? Porque eu quero. Quero muito. E quero que seja com você.
Fiquei muda. Bingo.
-Então fica esperto. Me encontra amanhã na rua x. Te pego lá às 19h e a gente vai pra um motel.
Nos encontramos, ele entrou correndo no carro, meio que se escondendo. Não dissemos palavra. Entramos no motel, estacionei o carro e rumamos para o quarto, como se estivéssemos prestes a encontrar algum chefe da máfia, traficar armas, drogas enfim, realizar algo tremendamente ilícito. Percebi a tensão da situação e na escada que ligava a garagem ao quarto, decidi quebrar o gelo:
-Moleque, vem cá… – e o puxei com força encostando suas costas na parede, beijando-o.
Ele tinha um beijo delicioso, lascivo, quente e molhado e só do meu corpo encostar no seu pude sentir o pau duro sob o bermudão, cutucando minhas coxas, latejando, implorando para sair.
A coisa toda começou na escadaria mesmo: suas mãos passeavam por todo o meu corpo, mordiscava o bico dos meus seios, eu estava de saia jeans e ele acariciava minha bunda com afinco, enfiava o dedo por dentro da minha calcinha e fazia carinho no meu cu, o que me deixava louca, molhada… eu rebolava de leve… o beijo tornou-se cada vez mais sôfrego, gemíamos suados, perdidos nas carícias um do outro.
Meti a mão dentro do shorts e agarrei aquele pau duro feito pedra, brilhante, lindo. Senti uma vontade incontrolável de enfiá-lo na boca. Fui beijando seu corpo até chegar à sua cintura e engoli aquela rola gostosa, chupando, beijando, lambendo suas bolas num boquete caprichado. Ele, gemendo e revirando os olhos, se escorava na parede, pois seus joelhos fraquejavam.
Não queria que ele gozasse ali e, como ele era neófito, precisava maneirar ou a festa acabaria rapidinho.
Voltamos às carícias e adentramos o quarto aos trancos, tentando caminhar, beijar e tirar a roupa, tudo ao mesmo tempo.
Joguei-o na cama e arranquei sua bermuda. O pau quase pulou imediatamente da cueca, molhado, já. Resolvi maneirar novamente, pois ainda queria sentir aquele garoto me fudendo feito um animal e não queria que ele gozasse ali e interrompesse meus planos.
Me afastei e comecei a tirar a roupa devagar, começando pela camiseta, tentando provocá-lo ao máximo. Ele segurou o pau, gemendo, fez menção de se levantar e vir atrás de mim, eu fiz que não, que ele deveria ficar exatamente aonde estava e só olhar. E ele obedeceu. Ah, meu menino obedeceu… eu o queria babando. Eu o queria louco, febril, faminto.
Fiz um strip-tease básico. Apenas tirei a roupa na sua frente de um modo sensual. Acariciando meu próprio corpo, ficando de costas pra ele, abaixando-me, oferecendo a ele meu cu, minha boceta molhada… inclinada, olhei de leve para ele enquanto com os dedos separava meus grandes lábios, róseos, inchados e molhados… o ouvi murmurar com a voz trêmula:
-Ahhnnn, não faz isso comigo…
Fiquei com dó e decidi que não deveria mais torturar o garoto. Não em sua primeira vez. Subi em cima dele, nos beijamos e ele já tentava forçar a penetração quando sussurrei em seu ouvido: – Você sabe fazer? E ele respondeu, baixo, arfando, os olhos fechados: – Não…me ensina…
Ahh, aquilo me deixou louca. Fui assaltada por um misto de tesão e ternura que me fez entender que eu estava fazendo parte de algo muito importante na vida daquele menino. Sua iniciação sexual. Eu poderia tanto vir a destruir, quanto criar nele o gosto pelo sexo. Eu seria responsável pelo jeito com que ele iria tratar as mulheres com quem transasse dali para a frente. Isso era sério. E lindo.
O beijei com vontade, grata por ele ter me dado aquele privilégio e tentei pensar didaticamente.
Então – eu disse, beijando seu corpo – vamos tentar pelo básico: papai-e-mamãe. E me virei, deitando-me e fazendo com que ele ficasse sobre mim. Ele parece ter adorado. Sorriu, me beijou, demorou em meus seios, lambendo-os, mordiscando-os, beijando-os, não me lembro de outro homem ter dedicado tanto carinho a eles como ele o fez. Decidiu ir à luta. Olhei bem em seus olhos. Seria a primeira vez que ele penetraria uma mulher. Abri de leve as pernas e aquele pau duro, palpitante escorregou facilmente para dentro de mim, pois eu escorria de tesão. Ambos soltamos um gemido profundo de prazer, ele fechou os olhos e soltou o resto do corpo em mim, ergui de leve as pernas, como se fosse envolvê-lo, mas só em parte… comecei a sussurrar em seu ouvido:
-Ahh, que delícia…assim…rebola um pouco..humm, assim…agora ergue um pouco o torax..- ele o fez, embora meio letárgico – agora force…force para dentro…com calma, primeiro… – ele obedecia, cegamente. Fazia direito, mas precisei contê-lo na velocidade, porque eles acham que é a velocidade que vai nos trazer prazer e não se trata disso. É um misto de velocidade, força e jeito.
Decidi que ele precisava de um apoio para ficar mais confiante e bombar com mais força, para que eu sentisse mais seu pau irrompendo minha buceta e finalmente gozasse.
Olhei em volta e vi que, embutido às paredes laterais do quarto havia um móvel, uma espécie de bancada. Perfeito! Pensei. Com jeito, saí da cama e fui até lá. Me sentei na ponta do móvel, abri as pernas, levantei uma delas, apoiando o calcanhar do pé na ponta da bancada, deixando minha buceta arregaçada, bem à vista, convidativa, molhada e lhe disse, sorrindo:
-Vem me foder de verdade agora, moleque…
E ele foi. Louco. Um verdadeiro animal. Com as mãos fortes me trouxe para perto do seu corpo, segurando minha cintura. Enfiou o pau até o fundo, gostoso. Passei o braço em volta do seu tórax, envolvendo-o, ficamos assim, atracados e ele metia, metia, metia, controlando a velocidade segurando minha cintura, enquanto sussurrava: – Assim? Assim? É assim que você quer? Hum?
Ahh, ele metia gostoso. Metia fundo e forte e eu só ouvia nossos gemidos e o barulho do seu pau mergulhando em minha boceta molhada…eu respondia que sim, sim, era exatamente assim e ele acabava de tirar um 10!
Perdi a noção de tudo. Tempo, hora lugar. Fui sugada no vácuo. Senti a onda de prazer me possuindo, dos pés à cabeça, envolvendo meu corpo como se eu houvesse caído em calda densa e morna.
Gozei antes dele. O empurrei novamente para a cama e tratei de finalizar o trabalho cavalgando. Enquanto fazia isso, passava as mãos por aquele peito que parecia ter sido esculpido, talhado à mão. Ele agarrou meus quadris fechou os olhos numa expressão que parecia misturar dor, prazer, angústia e êxtase, retesou o corpo emitindo gemidos entrecortados, tímidos, perto do praze que ele parecia estar sentindo.
Depois, conversamos, nos beijamos, dormimos um pouco. E passamos para o segundo e terceiro round. Nestes eu o ensinei a me chupar, umas 4 ou 5 posições, e ensinei a ele e me enrabar gostoso. Trepei muito com ele aquele dia e muitos outros dias, meses, depois. Ensinei a ele tudo o que havia aprendido e aprendi com ele coisas novas que nunca havia provado.
Depois, ele alçou outros vôos…teve outras mulheres… meu menino cresceu.
Mas ele sempre volta pra mim…pra repor algumas aulas.
Tuitar este postMeu amor, meu sonho, meu tesouro escondido. Meu tormento, minha sina, minha delícia…por quanto tempo ainda vou ter que esperar até que seus lábios toquem os meus e faça meu corpo inteiro estremecer de prazer e saudade?
Por quanto tempo ainda vou ter que esperar seu abraço, seus braços fortes me apertando, me movendo, levantando, me moldando a ti num rico amálgama incomum ?
ahh, quanto, quanto tempo ainda falta, meu pupilo, para que seu toque certo envolva meu corpo como um bálsamo, uma calda quente que escorre lenta e fumegante , que pinga do bico dos meus seios e invade, doce e morosamente a superfície de meu ventre até atingir o meio de minhas pernas, vagorosa, densa, enebriante, arrebatando-me e me levando-me ao céu?
ah meu doce, meu Apolo, meu menino…
Até quando vou ter que esperar para mergulhar meu rosto em seus cabelos anelados e sentir seu cheiro cítrico de mato, o gosto salgado do seu pau na minha boca, o jorro quente de porra melando minha pele, suas mãos largas apertando os meus quadris enquanto me invade, ora de leve, ora querendo rasgar-me por inteiro, expurgando meus pecados…?
Quero ouvir sua voz sussurrante me pedindo mais, quero olhar para seus olhos semicerrados de volúpia tentando encontrar os meus, quero sentir sua mão como veludo envolvendo cada centímetro do meu corpo, quero sentir seu toque másculo, me debulhando, me esmagando, me esmiuçando, reduzindo a pequenos fragmentos libidinosos e ávidos de ti, minha vontade, meu orgulho, minha liberdade…
minha essência.
Para depois explodir em delícia, sôfrega, suspensa, solitária
e sua.
Tuitar este postEu aqui, esperando você chegar. Adoro ficar nua, assim, à toa nesses lençois macios, ouvindo jazz, sentindo o cheiro de sexo que meu próprio corpo exala.
Estou queimando, queimando nessa cama.
Ansiando por sua boca, por sua língua em meu corpo…
Ah, me desabrochando sensualmente para você…abrindo lentamente, minhas pernas… mostrando-a, excitando-te, indicando que te quero…e então separando os lábios com a pontas dos dedos…
Eu devo ter sido sacerdotisa de Afrodite em outra encarnação, daquelas que se prostituiam em sua honra nos templos e através do ato sexual realizavam trabalhamos mágicos, transformando sua vida e de quem as procurasse, ao mesmo tempo em que louvavam e exaltavam os magníficos e avassalarores poderes de sua Deusa.
Ou vai ver eu era uma Bacante. Uma sacerdotisa que seguia o deus do vinho, que vivia em êxtase e constante frenesi, espalhando alegria e leveza por onde passasse, nunca deixando-se prender pelos laços enganosos da paixão ou do sentimento de posse.
Porque é assim, como sacerdotisas de ambos os deuses, que vivo.
Eu acredito que o sexo seja um meio de se conectar com Deus. Ou os deuses. Ou o Universo, uma força maior, divina, transformadora, sobrenatural, seja lá qual o nome que você queira dar para isso.
Eu acredito em seu poder rejuvenescedor da alma e do corpo, a cura para muitas aflições que acometem a ambos.
Não consigo equiparar o êxtase do orgasmo a qualquer outro tipo de transe ritualístico, que me perdoem os religiosos mais fervorosos, católicos carismáticos, derviches, evangélicos pentecostais, praticantes de cultos-afro ou qualqer outro tipo de culto onde a existência da epifania seja pregada.
Nada bate o poder do orgasmo e, ele é, também, um canal para o divino, é, em si, uma experiência religiosa.
Um momento onde se perde a consciência, onde se é transportado para um outro mundo.
Uma pequena morte, como bem sintetizam os franceses.
O sexo, assim como todos e outros cultos, tem um ritual. E esse ritual, se bem feito, é belíssimo e encaminha seus seguidores ao êxtase, puro e certo.
Ele começa com a simples intenção de se praticar o ato.
E então o jogo, ancestral, mágico e misterioso, começa.
São olhares, sorrisos, cheiros, gestos, comportamentos, tom de voz, palavras, toques, movimentação são sinais, e são todos os sentidos voltados unica e especificamente para a concretização de seu objetivo: fazer sexo.
Nossos sentidos se enebriam, nosso corpo passa a agir de modo diferente, tem reações involuntárias, nossas pupilas dilatam, nossa voz fica um tom mais baixa, quase sussurrante, nosso aparelho respiratório se espande, nosso coração bombeia sangue com mais rapidez, mudando todo o funcionamento de nosso corpo, nosso cheiro, nossa percepção de realidade, nossas atitudes.
É uma droga poderosa. A mais perfeita delas.
Toda a máquina chamada corpo humano se dobra ao poder do sexo. E o serve. Fiel e copiosamente.
E tem sua recompensa. Alguns segundos de felicidade superior, enlevo transcedental, fagulhas de divindade que correm em nossas veias, a verdadeira fonte da juventude. Não só física.
Emocional. Espiritual.
O sexo é sagrado. E por ser tão lindo e poderoso, foi demonizado, foi proibido.
Mas adivinhem? Ele não é.
Ele não é.
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